Destaques Do Leitor

Descarte e terrenos de engorda

18 de janeiro de 2021

Venho através deste , solicitar por gentileza a este jornal Folha da Manhã a fazer uma matéria junto ao Departamento Municipal de Meio Ambiente da prefeitura de Passos, Polícia Ambiental e Ministério Público/Curador do Meio Ambiente, referente à destinação de móveis domésticos usados e inaproveitáveis, uma vez que os proprietários dos disk-caçambas estão proibidos de recolher estes tipos de materiais, e os donos estão descartando em vários locais inapropriados da cidade, através de carroceiros e veículos. Outra questão é à quantidade imensa de garrafas de vidros em geral que são jogadas no aterro sanitário “lamentável”! Aproveito para solicitar em público providências da prefeitura quanto aos terrenos de engorda, onde seus proprietários não fazerem passeios, muros e nem limpam os mesmos e também que à prefeitura façam o mesmo nos terrenos de sua propriedade, evitando assim que às pessoas andem nas ruas.

Jeremias Cristo Alves – Passos/MG


Subsídios às montadoras

A saída da Ford do Brasil não surpreende. Décadas atrás houve incentivos para que várias indústrias automobilísticas aqui se instalassem, em minha opinião, sem o devido planejamento de longo prazo. Tantas foram que passaram a conviver com ociosidade considerável na produção e a depender de substanciais incentivos governamentais – dinheiro nosso.

Com qualidade questionável em relação aos produzidos no exterior, chegaram os veículos a ser chamados de “carroças”. Como agravantes, o custo Brasil e agora a pandemia contribuíram para a decisão da Ford – e pode ter havido falhas de gestão e estratégia. Uma coisa é certa: o setor desfruta, ainda, grandes privilégios, subsídios sem fim. Deveríamos ter de volta os incentivos concedidos. E que falar da concorrência dos asiáticos? Infelizmente, a Ford não é a primeira nem será a última a tomar tal iniciativa – o tempo dirá.

Jorge de Azevedo Pires – Ribeirão Preto/SP