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Cruzeiro precisa de arrancada inédita na reta final da Série B

19 de dezembro de 2020

Comissão técnica do Cruzeiro; Célio Lúcio, Paulo Turra, Felipão e Carlos Pracidelli. / Foto: Divulgação

Belo Horizonte – Apesar de publicamente o Cruzeiro, por meio da comissão técnica, dizer que o objetivo na Série B é garantir a permanência, o olhar está, sim, na possibilidade de acesso. Mas para concretizar o que hoje é um sonho, o time precisará de uma campanha inédita na reta final da competição.

Na 29ª rodada, o Cruzeiro contou com tropeços dos adversários diretos na briga pelo acesso, mas não fez sua parte. Apenas empatou por 1 a 1 com o CSA, no Independência. Terminou a rodada em 10º lugar, com 39 pontos, a sete do Juventude, que abre o G4.

O Cruzeiro tem nove jogos para tirar essa vantagem e ultrapassar, no mínimo, seis adversários. O time treinado por Luiz Felipe Scolari precisa de uma arrancada que nunca foi conseguida por outra equipe na Série B de pontos corridos.

Desde que a competição começou a ser disputada em turno e returno, em 2006, nenhum adversário conseguiu tirar uma vantagem de sete pontos. A diferença máxima que foi tirada nesta reta final por quem subiu foi de cinco pontos: o Sport, em 2011, e o Bahia, em 2016.

Em termos de posição, quem conquistou a maior escalada nos nove jogos finais foi o Figueirense, em 2013. O time estava em nono lugar ao fim da 29ª rodada, com 43 pontos, a quatro do Avaí, então quarto lugar. O Figueira terminou com 60 pontos, na quarta colocação.