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Cruzeiro busca ajustes para encarar o Galo em 11 de abril

26 de março de 2021

Clube ainda definirá local onde atuará na Série B, mas há possibilidade de Gigante da Pampulha ser mantido. / Fotos: Divulgação

BELO HORIZONTE – O técnico Felipe Conceição ainda não conseguiu fazer do Cruzeiro um time intenso e ofensivo em 2021. Nos seis primeiros jogos da temporada – cinco no Campeonato Mineiro e um na Copa do Brasil -, a equipe enfrentou dificuldades diante de marcações ajustadas, como na derrota do último domingo para o América, por 1 a 0, no Independência, pela quinta rodada do estadual.

Nenhum dos sete reforços convenceu os torcedores até o momento. Conceição utilizou com maior frequência o lateral-esquerdo Alan Ruschel, o volante Matheus Barbosa e o atacante Felipe Augusto – que marcou o gol da classificação à segunda fase da Copa do Brasil, com empate por 1 a 1 diante do São Raimundo, em Roraima. Os outros contratados são o zagueiro Eduardo Brock, o volante Matheus Neris, o meia Marcinho e o atacante
Bruno José.

Os remanescentes de 2020 também não vivem bom momento, como os atacantes Rafael Sobis e William Pottker, que ainda não balançaram a rede este ano. Já o zagueiro Manoel, destaque na saída de bola e no jogo aéreo ofensivo, desfalcou a equipe em três partidas por causa de desgaste muscular. Recuperado, ele está à disposição para enfrentar o Tombense na quinta-feira, 1º de abril, às 16h, no Mineirão, pela sexta rodada do Campeonato Mineiro.

O Cruzeiro quer alcançar bons resultados contra adversários do interior para ganhar prestígio visando ao clássico contra o Atlético, às 16h de domingo, 11 de abril, no Mineirão. O rival lidera o estadual com 100% de aproveitamento (15 pontos em cinco rodadas) e tem elenco recheado de grandes nomes, casos do atacante Hulk, ex-Seleção Brasileira, e do armador argentino Nacho Fernández, contratado ao River Plate por cerca de R$32 milhões. Felipe Conceição terá de ajustar um esquema tático para segurar o melhor ataque do Mineiro, com 15 gols, além de buscar alternativas para superar um sistema defensivo vazado apenas duas vezes.