Destaques Do Leitor

Campanha virtual

25 de novembro de 2020

A campanha Papai Noel dos Correios em 2020 acontecerá também em formato virtual, onde crianças poderão enviar cartas digitalizadas e pessoas que querem adotar poderão coletar essas cartas pelo site. Essa campanha, que acontece todos os anos, é extremamente importante e deve ser cada vez mais divulgada para que mais pessoas possam se empenhar em ajudar, uma vez que é uma forma de levar alegria para o Natal de muitas crianças de famílias carentes que não têm condição de receber um presente por parte dos pais ou mesmo de ter uma ceia no dia do Natal, algo tão comum para tantas famílias. É comum que algumas dessas cartas contenham pedidos como alimentos, chinelos, roupas ou mesmo material escolar, o que demonstra a simplicidade dessas crianças, e prova que com poucos reais é possível fazer a felicidade de alguém.

Guto Cardoso – Belo Horizonte/MG


Covid depois das eleições

Mesmo com a baixa no número de mortes, a pandemia da covid-19 ainda preocupa, pois não temos a vacina e o vírus continua ativo. Especula-se, inclusive, que poderemos ter uma segunda fase da pandemia, conforme ocorre hoje na Europa. O fundamental, no entanto, é que não se repita a politização ocorrida meses atrás quando da chegada do vírus ao País. A tendência é de que isso não ocorra, pois boa parte dos prefeitos que assim se comportaram já perdeu a reeleição (alguns com votações ridículas). Espera-se, também, que a pandemia não seja combustível para dar partida precoce à corrida das eleições de 2022.

As autoridades sanitárias têm de definir os protocolos para este momento, mas evitar as quarentenas radicais enquanto esperamos a chegada da vacina. A população deve continuar se cuidando com máscara, álcool gel e distanciamento social. E os governos, assim que desativam leitos e hospitais de campanha, devem destinar os recursos empregados na pandemia, especialmente respiradores e equipamentos de UTI, para equipar os hospitais fixos. Com isso, poderão evitar que pacientes graves continuem morrendo nas filas de internação. Esse problema é anterior à covid-19 e está aí à espera de solução.

Dirceu Cardoso Gonçalves – São Paulo/SP