Destaques Do Leitor

Aumento do desemprego

21 de setembro de 2020

Se a situação do desemprego no País, que já era ruim, com os efeitos desta pandemia do covid-19, fica dramática. E, o IBGE, analisando o período desta pandemia com relação ao mercado de trabalho, na sua Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid-19 (Pnad Covid-19) constatou que o número de desempregados cresceu, passando de 13,2% para 14,3%, ou 13,7 milhões de pessoas sem trabalho na quarta semana de agosto. Ou à mais 1,1 milhão de desempregados sobre a terceira semana de agosto. Já o total de ocupados de 82,2 milhões, houve diminuição de 500 mil postos de trabalho em apenas uma semana. Sendo que 3,6 milhões destes estão afastados do trabalho, em isolamento social, por terem idade de risco, ou que são pessoas com comorbidades, etc. E, 8,3 milhões estavam trabalhando remotamente ou em casa.

Nesta quarta semana de agosto se estima que 74,6 milhões não estavam trabalhando ou nem procurando emprego, porém, destes, 26,7 milhões disseram que gostariam de trabalhar. Se milhares de empresas quebraram durante essa pandemia, não se sabe ainda quantas das empresas hoje, infelizmente, ainda em atividade precária vão conseguir sobrepujar o instalado caos da atividade econômica. Ou seja, o índice de desemprego pode piorar. Mesmo porque, o nosso PIB, deve amargar um tombo histórico em torno dos 5%…

Paulo Panossian – São Carlos/SP

Atuação do banco

O BNDES deveria mudar de nome, para Banco de Desenvolvimento dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Esse banco, cabide de emprego, deveria ser privatizado. Obras para esses dois estados, abre a torneira sem dó. Dinheiro que pertence a todos os entes federados. Em Minas Gerais, por exemplo, esse banco não financia nada.”

Ivan Print – Itabira – MG