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Atlético-MG completa 113 anos com obras da Arena MRV avançadas

26 de março de 2021

Arena MRV irá completar o primeiro ano de obras no fim de abril e se mantém até acima do cronograma; Galo, aniversariante do dia, terá casa nova a partir de outubro de 2022. / Foto: Divulgação

BELO HORIZONTE – O 25 de março de 2021 promete ser o penúltimo aniversário do Atlético-MG antes da casa nova. O clube completa 113 anos de existência nesta quinta-feira, vivenciando obras avançadas na Arena MRV, o estádio próprio com previsão de inauguração no fim de outubro de 2022.

Até lá, muita areia, concreto, e caminhão entrarão no bairro Califórnia. Mas o andamento do projeto está acima do cronograma. São, atualmente, 18% de conclusão das etapas. Em 20 de abril, o futuro estádio do Atlético completará o primeiro ano de obras, com o pontapé inicial após a obtenção da Licença de Instalação da prefeitura de Belo Horizonte. Foram meses de movimentação de terra para preparar o terreno. Hoje, os pilares já cortam o céu da capital mineira. Fato a ser comemorado.

Nós estamos aproximando aí, para o dia 20 de abril, para completar um ano de obra. A gente avançou bastante aí nessa fase de preparação, para estrutura, que é a terraplenagem, as fundações. Então, isso é essencial para que a gente começasse a erguer a estrutura da arena, conforme já conseguimos ver, com os pilares. Estamos com, aproximadamente, 18% de obras concluídas após este um ano de obra”, diz o CEO da Arena MRV, Bruno Muzzi.

O projeto foi iniciado pelo Atlético no fim de 2014. Após várias etapas de reformulação, de cumprimento de exigências do poder público, veio a Licença de Instalação em dezembro de 2019, cinco anos depois. O estádio está orçado, atualmente, em R$ 560 milhões.  Parte desse dinheiro veio com a venda de 50,1% do Diamond Mall (quase R$ 300 milhões), shopping que era totalmente de propriedade do Atlético.

Houve a venda dos naming rights por R$ 60 milhões. Além disso, o empreendimento quer faturar R$ 220 milhões na venda de camarotes (80) e cadeiras cativas (4.500). Outra fonte de receita para “fechar a conta” é nos contratos a serem firmados com empresas que irão explorar comercialmente a Arena, como na venda de bebidas e alimentos, e estacionamento.