Destaques Do Leitor

…até quando?

13 de julho de 2020

Os bancos, a prefeitura, os correios, o comércio em geral e os serviços essenciais estão de portas abertas. Com as restrições e os procedimentos impostos pela pandemia – mas funcionando – atendendo o cidadão nas suas necessidades básicas.

Chamo atenção para o atendimento presencial do INSS que foi prorrogado para 3 de agosto. Não sei também porque as Agências de Atendimento da Cemig ainda estão fechadas. Considerando que demais serviços estão sendo prestados com os rigores e cuidados exigidos, o que impede o retorno à atividade?

Sabemos que a Cemig e o INSS prestam atendimento através de suas plataformas digitais. Entretanto essa opção não alcança todas as camadas, afinal, “nem todo mundo é digital”. Há muitos cidadãos jurássicos, sem acesso a esse formato de atendimento, seja por falta de habilidade no uso ou mesmo no custo da aquisição de um bom equipamento e mensalidade da internet. O atendimento presencial é, indiscutivelmente, o que oferece a melhor qualidade no atendimento, nada substitui a interação de empatia que se constitui nesse momento.

Com tudo isso corroboro o Chacrinha: “Quem não se comunica se estrumbica” e, como sempre, o humilde sem defesa carregará o fardo mais pesado. Do seu barraco sem água e esgoto, sem dever, vai pagar a conta que veio das ricas viagens aéreas à Europa.

Mas voltando ao caso, na Cemig, onde está o problema? A Aneel é que impede a volta? O que diz a prefeitura que possui a prerrogativa de abrir ou fechar atividades na cidade? E a própria Cemig, qual a justificativa para manter as portas fechadas? A que ou a quem interessa sujar o nome da Cemig? Como aposentado recente da Cemig fico triste com essa situação. Essa atitude desrespeita os consumidores, macula uma imagem de muita reputação construida ao longo de 68 anos.
Que explicação o INSS e a Cemig dão para esse distanciamento da população?

Jorge Moreira Maciel – Passos/MG

Coronavírus

Estava na cara que Bolsonaro ia pegar covid-19. É o único político que não usa máscara. Os outros nunca vão pegar. Sempre usaram.

Carlos Avino – São Paulo/SP