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Arrecadação de impostos municipais cresce 63% na região

Por Beatriz Silva / Redação

15 de Maio de 2020

Foto: Reprodução

PASSOS – A arrecadação de impostos municipais na região cresceu 63,67% no primeiro quadrimestre deste ano. Conforme os dados divulgados pelo portal “Impostômetro”, de janeiro a abril de 2020, o total recolhido nos 23 municípios da região atingiu R$106 milhões. Em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o resultado atingiu R$64,79 milhões, a diferença é superior a R$41 milhões.

No município de Passos, a alta referente ao primeiro quadrimestre deste ano foi de 12,74% e o valor arrecadado passou de R$17,19 milhões para R$19,38 milhões. Em São Sebastião do Paraíso o crescimento foi de 140% e o volume de arrecadação subiu de R$ 16,81 milhões para R$40,51 milhões em impostos municipais.

Em seguida, a soma de tributos em Piumhi foi de R$6,63 milhões. Com crescimento de 19,58%, a cidade recolheu R$1,08 milhão a mais que em comparação a 2019, quando o resultado foi de R$5,54 milhões.

Jacuí, São Tomás de Aquino e Fortaleza de Minas estão entre os municípios que registraram os maiores percentuais crescentes da região. No primeiro caso, a alta foi de 60,11%, passando de R$760 mil recolhidos para R$1,59 milhão. Em segundo, em âmbito aquinense, a diferença foi de 54,65%, atingindo o resultado de R$1,13 milhão e, em Fortaleza de Minas, o aumento foi de 110%, passando de R$760 mil para R$1,59 milhão.

As cidades de Alpinópolis e Cássia também obtiveram alta em seus índices de arrecadação. No território alpinopolense a crescente foi de 46,54% e no cassiense 38,49%. Os percentuais, em real, representam aumento de R$1 milhão e R$931 mil.

Ressalta-se os resultados do portal relacionados às arrecadações municipais são obtidos através dos dados da Secretaria do Tesouro Nacional, por meio dos números divulgados pelas prefeituras em atenção à Lei de Responsabilidade Fiscal, dos Tribunais de Contas dos Estados. O portal também concentra dados das arrecadações federais, que por sua vez, têm base relacionada aos dados da Receita Federal do Brasil, Secretaria do Tesouro Nacional, Caixa Econômica Federal, Tribunal de Contas da União, e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foto: Arquivo FM