Destaques Moda

American fashion

POR WAGNER PENNA Especial para a Folha

16 de novembro de 2020

O estilo da primeira dama dos Estados Unidos, Jill Biden. / Foto: Divulgação

As mudanças políticas nos Estados Unidos poderão, também, mudar os rumos da moda naquele pais. As duas mulheres mais influentes na nova cena norte-americana, a vice-presidente, Kamala Harris, e a primeira-dama, Jill Biden, mostraram a força dos seus estilos – já na festa da vitória.

Na ocasião, a esposa do presidente eleito, Joe Biden, apareceu usando um vestido da marca Oscar de La Renta, assimétrico e com estampa localizada, revelando segurança e personalidade. Algo já revelado antes, com modelitos estampados florais, lisos, geométricos, fluidos ou estruturados – mas sempre afinada com cada momento social. Já a advogada Harris confirmou sua preferência por terninhos bem cortados. É sua peça preferida, às vezes suavizada no dia-a-dia com tênis Converse ou calça jeans + blazer.

O povo da moda por lá anda eufórico com o assunto, pensando o quanto isso pode fortalecer o setor, inclusive sob ponto de vista econômico. Depois de um período fraco com Melania Trump (que, paradoxalmente, começou a vida como modelo) parece que a moda feita nos EUA pode renascer para o mundo.


VAIVÉM

A Fashion Rio realizou consultas entre os seus potenciais participantes sobre a melhor data para o evento. O vencedor foi o mês de janeiro – calendário confirmado da primeira edição de 2021. Na mesma época, São Paulo recebe o salão de negócios Contemporâneo. Se a temida pandemia não piorar, claro.

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Já a segunda quinzena deste mês de novembro, será marcada por eventos em Beagá. Além do movimentado lançamento da Casa Skazi, o Minas Showroom (virtual) acelera os lançamentos das coleções-cápsula locais.

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Enquanto isso, o salão Casamoda foi realizado em São Paulo, na semana passada, no hotel Unique – depois de vários ajustes, inclusive sanitários. Quanto ao movimento de compradores (lojistas), consta que foi bom e até melhor do que o esperado. Amém.


PONTO FINAL

A ideia de fazer lançamentos virtuais através de filmes & vídeos fez o mercado avançar e as imagens dinâmicas ganharem força junto à consumidora final. Porém, a mídia impressa acabou ficando sem as fotos dos desfiles-performance (filmados com bastante antecedência) ou mesmo dos modelos apresentados. Poucas foram distribuídas. Uma correção que precisa ser feita nas próximas edições do evento.