Destaques Do Leitor

A dívida nas alturas

6 de outubro de 2020

A Secretaria do Tesouro Nacional informou que a dívida pública alcançou o valor de R$ 4,4 trilhões. O Orçamento aprovado pelo Congresso para 2020 foi de R$ 3,8 trilhões, sendo R$ 1,9 trilhão destinados ao pagamento da dívida pública, R$ 1,4 trilhão para as despesas primárias, R$ 281,7 bilhões para as transferências constitucionais, e R$ 121,4 bilhões para os investimentos das estatais. 2020 está sendo um ano atípico por causa da covid-19, que nos trouxe novas despesas e também milionários desvios de dinheiro público, realizados por governadores e prefeitos de todo o Brasil.

Os marajás dos três poderes não têm interesse em resolver o problema da dívida pública, pois o desgaste político seria enorme, passando por cortes nos luxos desnecessários das autoridades e seus milhares de assessores.
Gastar o dinheiro arrecadado dos contribuintes é tarefa fácil para esses servidores públicos que definem seus próprios salários, entre outros absurdos.

José Carlos Saraiva da Costa – Belo Horizonte/MG

Péssimo exemplo do Flamengo

Dirigentes do Flamengo, assim como Jair Bolsonaro, também não respeitam esta pandemia. Que, sem seguir os protocolos exigidos pela CBF, conforme manda a ciência, e seguido pelo mundo do futebol, essa irresponsabilidade custou a infecção pelo covid-19, oito atletas, mais dirigentes e funcionários do clube. E se achando acima da leis, desrespeitado os clubes, a imprensa e os torcedores, seus dirigentes apelaram até para justiça comum, para melar o Brasileirão, ao tentar adiar o jogo contra o Palmeiras. Mas, perderam o rebolado, quando perceberam que até uma iminente penalidade poderiam sofrer pela Fifa, como da suspenção do clube para pratica do futebol. E, a partida com atraso foi realizada! Salvos que foram pela derruba da liminar pelo TST. Desmoralizados e retrógrados, esses dirigentes do Flamengo, dão a impressão que ainda vivem naquele Brasil, do, “você sabe com quem está falando?”! …

Paulo Panossian – São Carlos/SP