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16 mil motoristas da região estão com as CNHs vencidas

Por Nathália Araújo / Redação

14 de dezembro de 2020

Foto: Divulgação

PASSOS – Condutores mineiros têm mais um ano de prazo para renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e, conforme estabelece a decisão do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG), as novas emissões serão de acordo com o mês de vencimento de cada um, sendo que a medida também é válida para a Permissão Para Dirigir (PPD) e Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC). No sudoeste mineiro, considerando os documentos vencidos em 2019 e 2020, 16 mil motoristas estão em situação irregular, visto que, no ano passado, 5,4 mil documentos inválidos foram registrados e, neste ano, o número é de 11,4mil.


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Na soma dos dois anos utilizados para a realização do levantamento, apenas três cidades contam com mais de mil CNHs vencidas, sendo que Passos é a que possui a maior quantidade de registros irregulares, totalizando 5.536. Em seguida está São Sebastião do Paraíso, com 3.244, e Piumhi, com 1.501. Em Claraval, somente 16 pessoas precisam realizar o processo, considerando que em Vargem Bonita são 38 e, em Bom Jesus da Penha o número chega a 86.
Segundo o delegado Kleyverson Rezende, diretor do Detran-MG, no estado, os prazos para renovação da CNH e procedimentos relacionados à infrações serão retomados gradualmente.

O cronograma foi estabelecido em consonância com a determinação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a qual permite que os motoristas e proprietários de veículos tenham tempo hábil para realizar a renovação dos documentos. Por conta da pandemia do novo coronavírus, todos devem seguir os protocolos de segurança em saúde; evitando aglomerações nas delegacias de trânsito e respeitando as medidas de higiene e distanciamento social”, explicou.

Em relação à atualização do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) 2020, suspenso desde julho, ficou estabelecido que a versão de 2019 seria considerado para comprovar a regularidade dos veículos enquanto durasse a situação de calamidade pública, causada pela pandemia do novo coronavírus. Apesar disso, a decisão foi revogada e, a partir de fevereiro, os novos documentos serão cobrados e o anterior não perde sua validade.