Dia a Dia

As dez pragas do Egito – Parte 2 Final

POR LUIZ GUILHERME WINTHER DE CASTRO

29 de março de 2021

08) Deus, a fim de fazer justiça e libertar o seu povo, enviou uma praga de gafanhotos sobre o povo egípcio, um vento seguido de multidões de gafanhotos devorando muito das posses do faraó. Outra vez, cessando a praga, o faraó insistia em manter presos os hebreus.” – Assim, medindo forças com Deus, faraó ia destruindo seu país e sua gente. O cara era cabeça dura mesmo.

09) As trevas, a nova praga. O céu do Egito virou trevas e a escuridão total dominou o país, menos o local onde estavam os hebreus, o povo escolhido por Deus, os filhos de Israel. Também as trevas não foram suficientes para que o faraó se convencesse de libertar o povo hebreu.” – Ele era duro na queda mesmo, o cara era intransigente, pensava que era mais poderoso e que venceria Deus. Já pensaram o que é ser dominado por um cara desse?

“10) A última praga foi um desastre mesmo. Uma praga que ceifou a vida de todos os primogênitos do povo egípcio, incluindo os animais e mesmo os servos. Até o filho do próprio faraó não escapou da ira de Deus. Aconteceu uma grande tristeza no país e depois de muitos insistirem com o soberano, ele resolveu ceder e deixar o povo hebreu partir. Consta que, mesmo assim, o faraó se arrependeu mais uma vez e resolveu mandar capturar o povo hebreu novamente. Aí, Deus fez o milagre do Mar Vermelho, as águas pararam e formaram uma passagem para a fuga dos hebreus.” – O povo escolhido, sob o “cajado” de Moisés, conseguiu fugir da opressão do faraó e partir para a terra prometida, conseguindo, assim, a tão sonhada e desejada liberdade.

Bem, com estas três últimas pragas descritas aí, completamos o total das dez pragas enviadas por Deus, pelo Senhor, como preferem dizer, para que o faraó e seu exército libertassem o povo hebreu e deixassem que Moisés saísse do Egito levando os hebreus para a tão sonhada e desejada terra que lhes fora prometida. A Bíblia é um livro sagrado para os cristãos, tanto católicos, como protestantes ou evangélicos, como preferem ser chamadas as várias, ou melhor, as centenas de denominações cristãs. Sendo a Bíblia um livro sagrado e também histórico, há nela, muita sabedoria e conhecimento que são seguidos até hoje e ela é uma fonte de consultas pelos que nela acreditam.

Voltando ao assunto sobre as pragas, podemos verificar que o nosso planeta Terra, desde épocas remotas a que nossa atual cultura pode chegar, com, ao menos, “quase” cem por cento de autenticidade, a vida no planeta sempre apresentou hostilidades à sobrevivência humana. Dependemos de tudo que existe na natureza, no nosso planeta, para sobrevivermos. Tudo que aqui existe tem o motivo de manter o equilíbrio na natureza, incluindo a nossa vida aqui. Mas, se o que acontece e existe no nosso meio nos ajuda a sobreviver, há também o lado ruim que nos ataca e até consegue dizimar seres humanos, como se tem visto na história da humanidade.

Uma delas, deixando de lado as revoluções, as guerras e as brigas por posses e poderes, é a peste ocasionada por fatores “biológicos” produzidos pela própria natureza. Não sei se seria certo dizer biológicos, mas, não vejo agora, outra definição. Tais fatores podem ser da própria natureza, da vida animal ou culpa do próprio ser humano que sempre viveu agredindo o planeta e assim, criando as pragas, as pestes. Dizem ser possível criar até em laboratórios pestes e armas químicas, exigindo para isso, cientistas inteligentes e competentes. Como há países que adquirem poder e pretendem dominar outros países impondo sua ideologia política e cobiçando riquezas, não podemos duvidar de nada. Mas, há também alguns que, sendo desenvolvidos, trabalham pela paz e união na Terra.

LUIZ GUILHERME WINTHER DE CASTRO, professor de oratória e de técnica vocal para fala e canto em Carmo do Rio Claro/MG, ex-professor do ensino comercial com reg. no MEC, formado no Curso Normal Superior pela Unipac.