7 de agosto de 2026
Investimento de R$2,63 milhões para ampliar a presença da bebida no exterior reacende discussão sobre o setor; cooperativa de Córrego Fundo vê potencial para a cachaça de alambique e inicia preparação para futuras exportações / Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
Bianca Simionato
PASSOS – A queda de 23% nas exportações de cachaça de Minas Gerais em 2025, somada ao anúncio de um investimento de R$ 2,63 milhões da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac) para fortalecer a presença da bebida no mercado internacional, reacendeu o debate sobre os desafios e as oportunidades do setor. A reportagem conversou com a Cooperativa dos Produtores de Cachaça de Alambique da Região Calcária (Coopercalc), sediada em Córrego Fundo, para entender como os produtores da região avaliam o momento e as perspectivas para o mercado externo.
Na última semana, ApexBrasil e Ibrac assinaram um novo convênio voltado à internacionalização da cachaça brasileira. Com investimento de R$2,63 milhões, o projeto prevê ações de promoção comercial, participação em feiras internacionais, aproximação com compradores estrangeiros e geração de oportunidades de negócios. A expectativa é atender entre 70 e 80 empreendimentos do setor e ampliar a presença da bebida em mercados estratégicos.
