Leitor: A escolha de um bom candidato

9 de dezembro de 2019

Estamos a menos de 1 ano para as eleições municipais, e provavelmente muitos vão achar que está cedo demais para se falar nisso. Todavia, já se vê movimentações em torno deste grande ato da democracia. As especulações não são atípicas e tampouco, meros rumorejos.

Além disso, com a iminência das eleições, surgem também às dúvidas que são constantes entre o eleitorado. Por certo, as indagações mais comuns são “Em quem votar?” ou “ Aquele candidato é honesto?”ou “ Ele é bom?” ou, provavelmente, a que mais pesa na escolha, “Ele é de direita ou de esquerda?”.

As respostas para essas indagações seriam bem triviais, em um primeiro momento. Entretanto, se consideramos certos elementos que podem influenciar uma escolha, possivelmente o ato de escolher não seria uma tarefa tão fácil, principalmente quando falamos de política.

Sem dúvidas, muitos eleitores ao votar levam em consideração os discursos inflamados, os candidatos espalhafatosos ou as promessas ardilosas. Estas, em sua maioria, são formas de clientelismo, o qual se faz tão vivo e próximo, até mais que imaginamos.

Então como escolher um bom candidato? Como ter certeza de que votei bem? As respostas para essas ou outras perguntas que possam surgir a respeito, podem ser respondidas com uma única palavra, conhecimento.

A saber, o site politize.com.br traz inúmeras matérias com o tema política, dentre essas, existe uma matéria que discorre sobre o que seria um bom candidato. Segundo a autora, um dos fatores primordiais para se conhecer os candidatos de um pleito eleitoral é procurar conhecer a si mesmo.

É fundamental saber quais sãos suas convicções, quais são os seus ideais, o que é mais importante para você que deva ser priorizado, educação, saúde, renda ou assistencialismo. Acrescenta-se a isso, a sua expectativa sobre qual tipo de comportamento o seu candidato deva ter.

Uma vez feito isso, você terá mais clareza para estudar a vida dos candidatos, a trajetória, as benfeitorias em prol do povo, os atos, etc. Elabore um verdadeiro rol com todas as atribuições que julgar importante.

A propósito, seria pertinente incluir no rol, além dos critérios fundamentais, dois que julgo importantes para qualquer agente político ou aspirante: proatividade e gostar de pessoas. Não tem como alguém governar para pessoas se não gosta delas, e muitos menos as pessoas aceitarão ser governadas por alguém assim.

Afinal, todos os problemas que envolvem um município, também, são resolvidos tendo o mínimo de empatia pela população. Lembre-se! Seu voto pode definir a vida de muitas pessoas.

Weberson Luiz Mariano – Passos/MG E-mail: wmariano1@hotmail.com