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    15/10/2014 00h00

    Argumentos em prol de Aécio

    Por Alberto Calixto Mattar Filho

    Alberto Calixto

    Mesmo em êxtase com as maravilhas de Nova York, não esqueço o Brasil, que vive mais um momento especial na sua história, com a proximidade das eleições para a Presidência da República. Diga-se que das mais disputadas desde o retorno do voto direto em 1989. Escrever sobre o Brasil, estando em Nova York, é ato que se reveste de prazer único.

    Argumentos são argumentos, não verdades absolutas. Jamais foi minha intenção alçar-me ao posto de dono da última palavra, como muito se vê em momentos de pleitos eleitorais, e o bom senso nos impõe admitir que o vitorioso, seja quem for, certamente encontrará campo árido para administrar. Temos, pois, motivos suficientes para conter o estado de euforia.

    Como ostentei, todavia, em dois artigos anteriores (O nebuloso cenário do Brasil e O fracasso das oposições), creio que é chegado o momento de uma troca no comando do Brasil.

    Dentre os argumentos que já expus, soa-me válido insistir que os índices de crescimento da economia brasileira no governo Dilma sempre beiraram os níveis do fracasso, e para qualquer país crescer e desenvolver-se de modo prolongado é fundamental uma economia forte.

    Reescrevo quatro daqueles parágrafos:

    “Não sou economista e não trabalho na iniciativa privada, mas os números estão aí ao alcance de todos. Vivemos atualmente sob uma espécie de início de recessão. Nosso PIB é ridículo e chegou até a cair no último trimestre deste ano.

    Aliás, a tônica do baixo ou quase nulo crescimento econômico tem sido uma característica negativa do governo Dilma, o que já seria, por si, motivo de boas enxaquecas caso ela vença as eleições.

    Como exemplo mais visível, observemos a situação cá em Passos. Quantos cômodos vazios para alugar temos em nossas ruas e avenidas, inclusive aquela que representa um de nossos cartões postais? Quem são os novos empresários que tomaram a iniciativa de empreender seus negócios por aqui? Alguém, por acaso, os conhece?

    O excesso de salas e cômodos disponíveis no mercado e a falta de novos empreendedores que nutram boas chances de sucesso em um mercado não deixam de ser evidentes sinais da economia paralisada que também atinge Passos.”

    Pois se Dilma não conseguiu, até agora, nos minutos finais de seu mandato, obter êxito na condução da economia, por que não dar a oportunidade a Aécio de fazê-lo?

    Quanto aos aspectos sociais, acredito que não haja dúvidas de que Aécio não romperia benefícios como Bolsa-Família, Minha Casa Minha Vida e outros que tanto insuflam o orgulho petista. Com sua eleição, teríamos, assim, a oportunidade de observar se o PSDB é mesmo capaz de aliar crescimento econômico e inflação mínima com benefícios à população de baixa renda.

    Óbvio que o Brasil precisa de saltos em educação, saúde, segurança pública e serviços públicos em geral. Notórias nossas grandes carências nessas áreas. E já que em 12 anos de PT não conseguimos atingir a patamares menos insatisfatórios, por que também não dar a chance ao PSDB de tentar resgatá-las da penúria?

    No tão propalado quesito corrupção, ainda que o PSDB tenha lá também seus telhados de vidros, assistimos, durante os governos petistas, ao episódio do mensalão e, pior, ao saque extraordinário à Petrobrás. Disso também parece não haver dúvidas. Fatos tão repugnantes de assalto às finanças públicas não seriam motivo para apear do poder o núcleo que comanda o Brasil?

    Ângulo diverso, poderíamos descansar do marketing excessivo do PT, que diz ter resgatado o povo brasileiro da miséria de modo tão excepcional, que tenta nos impingir a falsa ideia de que, antes dele, PT, reinava o caos absoluto. Trata-se ou não de exagero ou propaganda enganosa?

    Não se esqueça de que, por certo, descansaríamos de ouvir bobagens de assuntos relativos a controle de órgãos da mídia, além de deixarmos de lado a diplomacia pífia de defesa de diálogo com terroristas sanguinários, como em recente declaração ridícula da nossa presidente na ONU.

    Poderíamos, finalmente, observar o comportamento do PT na oposição. Agiriam seus membros com a razão em projetos importantes para o Brasil ou de tudo fariam para retornar ao poder, nem que a disseminação do ódio ao governo e os terríveis entraves no Congresso fossem o seu norte?

    Então, caros leitores e eleitores, não existem bons argumentos para pedir um tempo ao PT e tantos de seus aliados nada aprazíveis e confiáveis?

    Ou melhor: cabe a nós dar a eles esse tempo no dia 26 de outubro próximo.

    ALBERTO CALIXTO MATTAR FILHO (mattaralberto@terra.com.br)
     

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