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    25/01/2020 09h21 - Atualizado em 25/01/2020

    Do Leitor: Ser ateu

    Professor Luiz Guilherme Winther de Castro, Antonio Negrão de Sá

    Ser Ateu

    O ser humano é impulsionado por crenças, o que é direito de cada um. Acreditar na existência de um Deus único e universal arrebanha multidões de seres humanos, assim como, outra multidão acredita em variados deuses. O Brasil é um país que se diz “laico”, as crenças e religiões são de livre escolha e todos têm liberdade para criar religiões, seitas, doutrinas, erigir templos e casas para praticar sua fé. Todavia, nada que seja ilegal pode ser feito.

    As pessoas têm total liberdade e direito de em nada acreditar, de ser pura e totalmente materialista, acreditando apenas naquilo que se perceba com os cinco sentidos e que tenham algum valor para elas. Os ateus formam tal grupo.

    O que não é nada elegante é ver na mídia em geral, pessoas criticando e ofendendo religiões, igrejas, templos, seitas, doutrinas, dando a entender que são puramente instituições que existem à margem da lei, dirigidas por charlatões, espertalhões e aproveitadores da fé alheia.

    Ora, cada um acredita e professa a doutrina com a qual se identifica. Se há desvirtuamento por parte de pessoas que dirigem entidades religiosas e abusam da fé dos outros, enganam os incautos, tirando proveito próprio, elas devem ser denunciadas aos vigilantes das leis do país. Não se pode jogar todas no mesmo caldeirão e generalizar, ofendendo os praticantes e fiéis dessas entidades. Não há lugar para fanatismos! Nem pode alguém que se diz ateu lançar-se dono da verdade absoluta, só porque não acredita em nada. Educação e respeito fazem parte do bom conviver e devem, também, fazer parte da vida de um ateu. Mesmo que alguém seja ateu, não me consta que precise ofender indiscriminadamente quem não o seja.

     

    Paulo Guedes

    Paulo Guedes, ministro da Economia, teve a coragem de dizer, no Fórum Econômico Mundial, que o pior inimigo do meio ambiente é a pobreza. Chocou a hipocrisia neoliberal, pois, na prática, é assim que pensa e age todo o estabelecimento da burguesia brasileira e mundial. As ‘reformas’ neoliberais condenam à pobreza. Isso é evidente na reforma trabalhista e na previdenciária, em que o inimigo é a pobreza porque representa a maioria. Tudo que envolve gastos com pobreza (a maioria) para os ricos é défict, custo, despesa. Quando estabelecem ‘tetos’ nos gastos, alegando déficit público, isso serve para tirar dos pobres a saúde e a educação. A reforma tributária prevista para 2020 não tributa o lucro, especulação financeira e herança, o tributo é decrescente nos salários, para atingir os mais pobres e, no consumo, todos, indiscriminadamente.”

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