• Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

       
    ÁREA DO
    ASSINANTE
    ESQUECEU SUA SENHA?
    Você receberá em seu e-mai uma nova senha para login.
    

    Assine 35 3529-2750

    Fale Conosco contato@clicfolha.com.br

    WhatsApp 35 9 9956-5000

    
    14/01/2020 08h27 - Atualizado em 14/01/2020

    Netflix conquista 24 indicações

    Serviço de streaming confirma presença com o brasileiro ?Democracia em Vertigem?, além de ?O Irlandês?, ?Os Dois Papas? e ?História de um Casamento?. A cerimônia de entrega do oscar acontece no dia 9

    Ubiratan Brasil - Especial para a Folha

     Depois de faturar o Oscar de melhor direção (Alfonso Cuarón) e melhor filme estrangeiro (Roma) no ano passado, a Netflix confirma sua força na festa de Hollywood com 24 indicações distribuídas em seus concorrentes. Para o Brasil, o mais interessante foi a colocação de Democracia em Vertigem, de Petra Costa, na lista dos documentários – que inclui ainda outro produto da empresa, American Factory.

     

     O Irlandês recebeu 10 nominações, ficando atrás apenas de Coringa, que somou 11. A grande maioria entre as principais indicações, como filme, direção (Martin Scorsese), ator coadjuvante (Al Pacino e Joe Pesci), fotografia e roteiro adaptado. O grande temor é nenhuma indicação se transformar em premiação.

     

     Já História de um Casamento recebeu seis indicações. O drama sobre a dissolução de um matrimônio garantiu vaga para seu casal de protagonistas (Scarlet Johansson e Adam Driver), além de Laura Dern, que vem faturando todos os prêmios de coadjuvante. O longa é dirigido e foi escrito por Noah Baumbach, que concorre nessas duas categorias, direção e roteiro original. Uma última indicação é para Randy Newman, na trilha sonora.

     

     Dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles, Os Dois Papas conseguiu que sua dupla de protagonistas ficasse entre os indicados: Jonathan Pryce como melhor ator e Antony Hopkins, como coadjuvante. Trabalhos impecáveis mas, a julgar pelas bolsas de apostas, ambos perderiam para os favoritos Joaquin Phoenix (Coringa) e Brad Pitt (Era uma Vez... em Hollywood).

     

     Os fãs de Lupita Nyong’o estão indignados com o fato de o desempenho da atriz no filme Us (Nós) não ter sido reconhecido nas indicações ao Oscar de 2020. A lista foi divulgada nesta segunda-feira, 13. A atriz, que interpretou Adelaide Wilson e a doppelganger Red no longa-metragem de terror, era uma das apostas para a categoria de melhor atriz devido à performance dupla.

     

     Espectadores ansiavam pelo segundo Oscar dela, que venceu em 2014 como atriz coadjuvante por 12 Anos de Escravidão. Lupita foi nomeada para o Critics’ Choice Awards, cuja cerimônia de premiação ocorreu na noite deste domingo, 12, mas quem venceu foi Renée Zellweger pelo filme Judy: Muito Além do Arco-Íris.

     

     Na lista de indicados deste ano ao Oscar, as concorrentes para melhor atriz são Cynthia Erivo (Harriet), Scarlett Johansson (História de um Casamento), Saoirse Ronan (Adoráveis Mulheres), Charlize Theron (O Escândalo) e Renée Zellweger (Judy: Muito Além do Arco-Íris).

     

     Houve quem acusou a Academia de ser racista por deixar Lupita de fora da premiação. “Você está me dizendo que a Academia indicou Scarlett Johansson duas vezes, mas não deu a Lupita Nyong’o uma nomeação quando ela deu uma das melhores performances do ano e tecnicamente interpretou dois personagens que eram bem diferentes no mesmo filme? Chame isso do que é. Racismo”, comentou um internauta.

     

     A produção brasileira Democracia em Vertigem foi indicada ao Oscar 2020 na categoria Melhor Documentário. O filme, dirigido por Petra Costa, retrata a polarização política do Brasil e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. “O projeto foi crescendo na minha cabeça. Era preciso voltar à rua, seguir o processo no Congresso, documentar o que estava se passando no País. Só que para isso tive de voltar às greves do ABC. E, filmando os acontecimentos, dei-me conta do isolamento no Planalto Central. Voltei a Juscelino (Kubitschek) e à construção de Brasília. E, nem assim, o filme me parecia completo. Veio o novo processo eleitoral, a candidatura de (Jair) Bolsonaro”, disse ela o lançamento do longa-metragem, disponível na Netflix.

     

     O filme teve sua estreia mundial em Sundance, em janeiro do ano passado, e depois disso percorreu um importante circuito de festivais. Ganhou muitos elogios. Em diferentes países, Petra ouviu gente lhe dizer que não havia feito um filme só sobre o Brasil e que a obra dela captava um momento crítico da história do mundo.

    Matéria exclusiva para assinantes

    Faça já a sua assinatura, tenha o jornal impresso em sua casa ou dê de presente para quem você gosta e ganhe o acesso nas páginas digitais pela internet, ou seja: Versão Impressa + Digital.

    Mais sobre a editoria

    Guia da Cidade
    INCLUA SEU ESTABELECIMENTO

    Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

    © 1984 - 2020 Folha da Manhã. Todos os direitos reservados.
    Desenvolvido por Mediaplus