• Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

       
    ÁREA DO
    ASSINANTE
    ESQUECEU SUA SENHA?
    Você receberá em seu e-mai uma nova senha para login.
    

    Assine 35 3529-2750

    Fale Conosco contato@clicfolha.com.br

    WhatsApp 35 9 9956-5000

    
    13/01/2020 08h38 - Atualizado em 13/01/2020

    Moda circular no circuito fashion

    Consumidores avaliam como o processo de produção do que irão comprar foi desenvolvido e se a mão de obra usada não foi explorada

    Wagner Penna - Especial para a Folha

    A nova expressão da moda na moda é ‘economia circular’. Já utilizado em outros setores produtivos, esse processo agora chegou com força total ao circuito fashion – com resultados animadores para a chamada geração ‘millennials’. Ou seja, para a turma cuja idade fica em torno dos 30 anos e promete consumir tudo de maneira diferente.

     

    A diferença deles é que avaliam como o processo de produção do que irão comprar foi desenvolvido (se houve correto reaproveitamento de materiais descartáveis, se a mão de obra usada não foi explorada, se a fabricação não gerou muita poluição – e mil outras coisas assim).

     

    Parece que é marketing, mas não é. No Brasil eles somam quase 70 milhões de pessoas – metade disso pronta para comprar com esse espiritp de ‘consumo consciente’. Quem não entrar nessa economia circular, perde cliente e faturamento. Virou (bom) negócio.

     

    Em Minas, um dos adeptos da economia circular na moda é o estilista Ronaldo Silvestre.

     

    VAIVÉM

     

    A temporada de lançamentos para o inverno 2020 no atacado mineiro começa nesta semana. Pelo menos, na praça de Beagá as principais marcas fazem um pré-lançamento (em janeiro) para testar as vendas. O grosso do assunto acontece em março.

     

    ***

     

    A semana de moda na Europa começou com os desfiles em Londres. O clima de guerra entre EUA e Irã não chegou a afetar o vaivém da passarela, mas a moda já reflete as disputas políticas com roupas mais agressivas demais ou, na outra ponta, quase infantis. Traduzindo: a moda também polarizou

     

    ***

     

    Quem trabalha com sapato & bolsa tem semana concorrida. É que em São Paulo acontece a Francal e os salões de negócios – que, na verdade, servem de termômetro para as vendas no resto da estação invernal. Depois, eu conto aqui como foram as vendas paulistanas.

     

    PONTO-FINAL

     

    A mídia fashion ganha novos contornos, em fase pós-influencers e blogueiras. Pesquisa norte-americana indica que caiu vertiginosamente as seguidoras das meninas que mostram seu look-do-dia como ‘inspiração’ para suas fãs. Outra novidade: as revistas impressas retomam o fôlego, após período de baixa diante das mídias sociais. Amém.

     


    CALÇADOS

     

    Exportações de calçados somaram US$ 967 milhões no ano passado.Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que o ano de 2019 encerrou com o embarque de 114,55 milhões de pares, o que gerou uma receita de US$ 967 milhões. Os números representam uma queda de 0,9% em faturamento e um incremento de 0,9% em volume no comparativo com 2018. Segregando apenas o último mês do ano, foram embarcados 10,34 milhões de pares por US$ 80,73 milhões, quedas de 21% em volume e de 17,2% em receita em relação ao mês correspondente de 2018.

     

    Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, o resultado geral apontou para uma forte influência do câmbio no período. Com o dólar cerca de 10% mais valorizado do que no ano anterior, os calçadistas conseguiram formar preços mais competitivos no mercado internacional. “Se convertermos para Real, a exportação de 2019 foi 7% superior a de 2018”, explica.

     

    O resultado do ano também teve a influência do mercado norte-americano, que importou mais calçados brasileiros para fugir das sobretaxas aplicadas ao calçado chinês em função da guerra comercial instalada entre Estados Unidos e China. Em 2019, o principal destino do calçado brasileiro no exterior importou 11,9 milhões de pares por US$ 197,5 milhões, incrementos de 10,5% e de 18,4%, respectivamente, ante 2018.

     

    O segundo destino do calçado brasileiro no exterior, no entanto, puxou a média geral para baixo. Em profunda crise econômica, em 2019 a Argentina importou 10 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 105,2 milhões, quedas de 15% e 24,7%, respectivamente, no comparativo com o ano anterior. 

    Mais sobre a editoria

    Guia da Cidade
    INCLUA SEU ESTABELECIMENTO

    Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

    © 1984 - 2020 Folha da Manhã. Todos os direitos reservados.
    Desenvolvido por Mediaplus