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    06/01/2020 08h35 - Atualizado em 06/01/2020

    Moda global, inspiração local

    Wagner Penna - Especial para a Folha
    Uma das tendências da moda para este 2020 que se inicia, é valorizar a moda com inspiração local. Traduzindo: quer dizer que as influências da moda internacional estão diminuindo e o que é criado e realizado baseado nas tradições regionais ganha maior valor agregado.
    Em um país continental como o Brasil, isto quer dizer, também, que as marcas de cada região terão que adaptar aquilo que está por perto, transformar (sob o ponto de vista fashion) e entregar à uma consumidora cada vez mais globalizada.

    Como conciliar isso? Os exemplos vindos de outros locais, como a África, apontam boas saídas. Naquele continente, a sua inspiração étnica e bem colorida ganhou traduções globalizadas - com acabamentos incríveis, possibilidades econômicas viáveis e um destaque único até no cenário internacional. Deu certo.

    VAIVÉM
     
    O mês de janeiro na cena fashion mundial, começa com os desfiles do chamado Círculo de Ouro. O auge será a fashion week de Paris. Em Nova York o circo, digo, as passarelas também já estão armadas. Vamos aguardar.
    ***
    Outra referência fashion da temporada internacional, são as entregas dos prêmios de cinema. O Globo de Ouro começa a festa, com seu tapete vermelho recheado de celebridades – quase sempre, com roupas duvidosas. No Oscar, em fevereiro, a cena se repete, com o quem é quem da moda-mundo enviando vestidos para as celebs carregarem no seu red-carpet, líder em audiência na tevê e mídias sociais.

    PONTO-FINAL
     
    A reviravolta que o apelo sustentável está causando na moda, em todo o mundo, acabou por valorizar a outra ponta do assunto – a chamada moda-festa. Com a redução de ofertas na moda mais elaborada, o valor unitário das peças desse segmento subiu e, óbvio, o investimento no assunto também aumentou. Na encruzilhada fashion que Minas vive, essa pode ser uma ótima notícia de Ano Novo.
     
     
    Uma peça, mil e uma utilidades!
     
     
    É uma tendência mundial práticas que otimizem o uso de uma peça. Para que ela seja sustentável e tenha a vida útil prolongada, ao adquirir uma roupa, é necessário pensar em quantas combinações ela pode proporcionar tornando a versatilidade uma palavra de ordem. A stylist Bia Boaventura criou alternativas reais de composições de looks com poucas peças mas muita diversidade.
     

    Uma camisa branca, por exemplo, pode transitar em todos os compromissos do dia, do trabalho à praia. De acordo com Bia, a principal orientação é não ter medo de ousar. “O bacana é que uma peça pode ser usada de diferentes formas. Uma saia pode virar um vestido tomara que caia! Claro que quem tem um conhecimento técnico pode ter mais facilidade, mas a internet está aí pra isso”, diz Bia.
     

    Fábio Potje, gerente de uma rede, explica que ter um armário minimalista é uma grande tendência, por isso ter peças-chave é uma boa dica. “Apesar de não queremos criar regras, uma boa orientação é ter um bom jeans, uma boa peça branca e outra preta. O Armani disse e eu concordo que o marinho é o new black. E é mesmo! Uma cor fácil de combinar, linda e neutra”, diz. Camisa branca é sempre uma boa aposta, segundo os especialistas. É uma peça que permite vários usos. A camisa branca com uma calça social será um look mais de trabalho. A mesma camisa branca com vestido jeans pode deixar a imagem mais despojada. Caso a combinação use short e body, pode produzir um efeito mais praiano.
     

    Ao contrário do que se pensa, a moda é versátil e não há regras. A regra é se sentir bem! “O melhor termômetro é o espelho. Caso alguma coisa tenha te incomodado, troque. Do contrário, se você está se sentindo bem, vá assim mesmo. A moda quem faz é você!”, ressalta Fábio Potje. 

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