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    02/01/2020 09h48 - Atualizado em 02/01/2020

    Novela da Globo estreia em janeiro

    Deborah Secco, Vitória Strada e Juliana Paiva vão ser as protogonistas de ?Salve-se quem puder?, folhetim das 19h da Globo com estreia prevista para janeiro; história começa com tufão em Cancún

    O destino une Alexia (Deborah Secco), Kyra (Vitória Strada) e Luna (Juliana Paiva) em Salve-se quem puder, próxima novela das 19h da Globo, com estreia prevista para janeiro de 2020. As três protagonistas estão em Cancún, no México, quando a chegada de um furacão e o assassinato do juiz Vitório (Aílton Graça) muda radicalmente suas vidas. O trio testemunha, acidentalmente, o crime. E, por isso, as mocinhas entram em um programa de proteção em que assumem novas identidades. Tudo para não serem as próximas vítimas de uma quadrilha internacional comandada por Dominique (Guilhermina Guinle).


    “A gente teve momentos muito difíceis. Foram 17 dias molhadas. Mas confesso que no primeiro dia, em que fui gravar o furacão em uma piscina, voltei para casa chorando de emoção. Falei que estava realizando o meu maior sonho de criança, me sentindo em Hollywood. É uma coisa grandiosa”, conta Deborah Secco, sobre a sequência de ação que irá ao ar logo no início da história.


    Na trama escrita por Daniel Ortiz e com direção artística de Fred Mayrink, haverá uma mudança no visual das protagonistas no quinto capítulo, marcando uma nova fase. Com isso, Alexia vira Josimara, Kyra se torna Cleyde e Luna se transforma em Fiona. Na volta ao Brasil, elas se mudam para uma cidade fictícia no interior de São Paulo, onde são recebidas por dona Ermelinda (Grace Gianoukas) e Zezinho (João Baldasserini), mas não se adaptarão à rotina roceira de plantações e cuidados com as galinhas. Então, convencem os anfitriões e fogem com seus protetores para a capital paulista, instalando-se na Zona Leste. Como não podem ter contato com o passado, elas dão um jeito de se infiltrarem, uma no universo da outra, para ter certeza de que tudo está bem com os parentes.


    “Elas não sabem quanto tempo pode demorar esse programa de proteção. Então, essas mulheres se questionam sobre o avô doente de Alexia, o noivo da Kyra – ela estava de casamento marcado – e sobre a mãe da Luna, que mora em São Paulo, mas abandonou a filha pequena para viver fora do país”, adianta Daniel Ortiz.


    Segundo o autor, parte da graça de Salve-se quem puder está nas situações cômicas das protagonistas. Afinal, elas fogem dos riscos de serem reconhecidas e, ao mesmo tempo, dos bandidos. Luna, uma mexicana filha de brasileiros, resolve aproveitar que está no país para ir atrás da mãe, que a abandonou aos 4 anos de idade. Já Kyra se torna babá na casa do primo de Alexia, Alan (Thiago Fragoso), para ficar de olho no avô da nova amiga, que retribui o favor se tornando secretária na empresa de Rafael (Bruno Ferrari), o noivo de Kyra.


    “A Alexia talvez seja a personagem que mais parece comigo. Sou realmente uma pessoa intensa, já fui um pouco namoradeira e gosto muito de comer, assim como ela. Pela primeira vez, estou aceitando fazer um pouco eu”, acredita Deborah.


    No meio dessa missão, Alexia reencontra Renzo (Rafael Cardoso), um homem por quem se apaixonou em Cancún e que foi responsável por elas serem testemunhas do assassinato do juiz. O sobrinho de Dominique ficará com remorso, por acreditar que elas morreram no furacão. E vai procurar os parentes das mocinhas. Logo, se tornará sócio de Rafael. Então, já na pele de Josimara, a atriz começará a investigá-lo, pensando que ele sabe do seu disfarce e está só esperando o momento oportuno para matar as três.

     

    Vida real


     “A Alexia é dramática. Enquanto elas estão fugindo dos bandidos, a personagem está pensando em como será a tortura. A Kyra é a atrapalhada: quando estão escondidas, é quem derruba um copo e os criminosos descobrem as três. Já para a Luna, o mundo pode estar caindo, mas ela consegue ver o lado bom das coisas. As três brigam, mas acabam se unindo”, comenta Ortiz.


    De acordo com Deborah, o clima de união das mocinhas passa da trama para a vida real. A atriz ressalta que, nos bastidores, se sente na obrigação de cuidar das colegas Juliana Paiva e Vitória Strada por ser a veterana entre elas. A fase de gravações do furacão, com sequências mais difíceis, colaborou para criarem essa sintonia.


    “Tenho as duas quase como minhas filhas. Fico encantada com a Juliana. Que menina profissional, dedicada, linda... Já a Vitória vem com uma energia tão louca para fazer (a novela) que praticamente virou a Kyra. Tenho muito orgulho de ter essas duas comigo”, derrete-se Deborah. 

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