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    05/12/2019 09h31 - Atualizado em 05/12/2019

    Dia a Dia: Uma bandeira de prevenção, de luta e solidariedade! 

    ORONILCE DONIZETE FIGUEIREDO JUNIOR - Especial para a Folha

    O dia 1 de dezembro é a data definida para a campanha de prevenção contra o HIV. Surge com a decisão da Assembleia Mundial de Saúde em 1887, junto do consequente apoio da ONU. O laço vermelho, sendo essa a cor que estampa a campanha, é elaborado para marcar e levantar uma bandeira de luta, história e eterna saudade dos que faleceram devido ao vírus. Apontando durante o mês de dezembro, as conquistas frente ao campo e aos tratamentos, e por parte dos ativistas, portadores, amigos e familiares próximos das vítimas e dos muito acometidos pela doença, reforçar que é possível viver com o HIV, mas que é necessário unirmos esforços para ajudar uns aos outros.

     
    O silêncio sempre foi um dificultador para os pacientes acometidos, principalmente para aqueles que não puderam lançar mão dos avanços presentes na atualidade, nem em tempos passados. Alguns agravantes ainda persistem, como a desinformação, discriminação e estigmas relacionados a doença, além da dificuldade de acesso aos serviços de HIV. A prevenção combinada vem demonstrando eficiência, no entanto, ainda existem deficiências, pois, esta não integra, por exemplo, a saúde mental dos pacientes, muito menos as pessoas próximas a estes, sem o vírus. 


    Indivíduos portadores do vírus correm grandes riscos de sofrerem com os problemas de saúde mental, destacando casos de depressão e ansiedade, tendo em mente que usualmente não se tem boa aceitação a uma doença infecciosa crônica, tanto pela parte individual, tanto pelas partes coletivas.  


    É importante esclarecer que testes regulares podem ser realizados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), assim como o centro de atendimento também viabiliza outros métodos preventivos. Também deve ser de interesse público, que pessoas com taxas positivas de adesão ao tratamento, atingem níveis de carga viral bem próximas a zero e as chances de transmissão do vírus é bastante reduzida, quase nula. 


    É comum, que as pessoas optem por não procurar conhecer seu estado sorológico, assim como pacientes com HIV, tendem a temer o julgamento devido a discriminação e estigmas sociais, implicando no silêncio e recusa da busca por assistência médica, pelo tratamento e dos cuidados gerais à saúde. Somando os problemas de saúde mental, o indivíduo perde considerável qualidade de vida, dificultando ainda mais a procura por ajuda. 


    A hipnose clínica é um tratamento complementar que cientificamente proporciona efeitos positivos em diversos tratamentos, tais como os relacionados ao câncer, potencializando os benefícios da quimioterapia, reduzindo dores e orientando as causas emocionais do paciente. O tratamento feito com portadores do vírus HIV, leva em consideração a confidencialidade, assim como lança um olhar psicanalítico acerca dos traumas e dores do paciente.

     

    Através da identificação de fundos emocionais instalados, o psicólogo hipnoterapeuta conduz uma sessão clínica de transe hipnótico com intuito de ressignificar decisões inconscientes prejudiciais, com objetivo de orientar o paciente a encontrar em suas próprias determinações a capacidade de melhorar e livrar-se daquilo que estava lhe causando tensões. 


    Embora a AIDS continue sendo uma doença sem cura, os tratamentos permitem que os pacientes possam ter uma vida tranquila e recuperem o seu bem-estar. Reduzem a carga viral, consequentemente minimizam os agravantes físicos da doença e proporcionam ao indivíduo que está em tratamento condições para não desanimar e manter o vigor e a vitalidade.  


    Também é essencial ter em mente a necessidade do acompanhamento psicológico e o apontamento para que a saúde mental integre a prevenção e a luta contra o HIV. As pessoas podem se sentir reprimidas em compartilhar seu estado psicológico devido a vergonha, discriminação e desinformação. Por isso, esse mês é dedicado ao apoio e a solidariedade. 32 anos de uma história construída pela luta e lembrança daqueles que partiram. 


    Estamos juntos nessa jornada dos sentidos e dispostos a estender as mãos para te apoiar. Procure um profissional para retirar suas dúvidas e esteja ciente de que para ser ajudado, não é preciso esperar, muito menos ter vergonha! 

    ORONILCE DONIZETE FIGUEIREDO JÚNIOR é psicólogo e hipnoterapeuta 
     

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