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    30/11/2019 09h51 - Atualizado em 30/11/2019

    Jabuti premia livro sobre a desigualdade

    ?Uma história da desigualdade: a concentração de renda entre os ricos no Brasil 1926 - 2013?, de Pedro Ferreira de Souza, venceu na categoria Livro do Ano

    Guilherme Sobota - Especial para a Folha

    O Prêmio Jabuti 2019 realizou a sua cerimônia na noite de quinta-feira, 28, em São Paulo, e consagrou o livro Uma história da desigualdade: a concentração de renda entre os ricos no Brasil 1926 - 2013 (editora Hucitec), de Pedro Ferreira de Souza, como o Livro do Ano. A 61.ª edição do Jabuti distribuiu troféus em 19 categorias, separadas em quatro eixos.

    No eixo literatura, o vencedor do melhor romance foi Tiago Ferro, com o livro O Pai da Menina Morta, uma elaboração artística sofisticada de um pai passando pelo luto de ter perdido uma filha. O livro Pós-F, da escritora e roteirista Fernanda Young, morta subitamente em 2019, venceu a categoria crônica. Em contos, quem venceu foi a veterana Vilma Arêas, com o livro Um Beijo Por Mês, da Luna Parque. O livro póstumo Nuvens, da escritora e cineasta Hilda Machado, recebeu o prêmio na categoria poesia.

    No eixo Ensaios, os vencedores foram: Arte popular brasileira: olhares contemporâneos, organizado por Vilma Eid e Germana Monte-Mór (categoria artes); Jorge Amado: uma biografia, de Joselia Aguiar (biografia); A caminho de Marte: a incrível jornada de um cientista brasileiro até a NASA, de Ivair Gontijo (ciências); 101 dias com ações mais sustentáveis para mudar o mundo, de Marcus Nakagawa (economia criativa); e Uma história da desigualdade: a concentração de renda entre os ricos no Brasil 1926 - 2013, de Pedro H. G. Ferreira de Souza.

    Esses dois eixos são os que concorriam ao prêmio principal da noite, de livro do ano. O Jabuti ainda premiou outros dois eixos, Livro e Inovação, mais ligadas ao aspectos da cadeia produtiva do livro, como capas, projeto gráfico e ações de fomento à leitura. Em 2019, o Jabuti elegeu como personalidade literária do ano a escritora Conceição Evaristo, muito aplaudida durante a cerimônia.

    Uma sessão especial da Câmara Municipal de São Paulo vai dar o título de cidadã honorária para Conceição Evaristo no dia 3 de dezembro, terça-feira, 19h.

    O autor do melhor livro de cada categoria ganha R$ 5 mil e o troféu do Jabuti. O vencedor do Livro do Ano, escolhido entre os premiados das categorias dos eixos Literatura e Ensaios, ganha R$ 100 mil. Em 2019, o Jabuti recebeu 2.103 inscrições, 11% a mais do que em 2018.

    O autor do melhor livro de cada categoria ganha R$ 5 mil e o troféu do Jabuti. O vencedor do Livro do Ano, escolhido entre os premiados das categorias dos eixos Literatura e Ensaios, ganha R$ 100 mil. Em 2018, quem ganhou foi Mailson Furtado, que autopublicou seu livro.

    Em 2019, o Jabuti recebeu 2.103 inscrições. No ano passado, foram inscritas 1.963 obras e em 2017, 2.346, segundo a Câmara Brasileira do Livro. Vale lembrar que entre 2017 e 2018, quando os organizadores promoveram uma grande mudança no regulamento, que desagradou, em alguns casos, e gerou polêmica e bate-boca, o número de categorias caiu de 29 para 18. Alguns ajustes foram feitos este ano para tentar minimizar a crise instalada no ano passado – a principal crítica foi a união das categorias infantil e juvenil, separadas agora novamente.

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