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    19/11/2019 09h01 - Atualizado em 19/11/2019

    Santa Casa de Passos quer reduzir taxas de morbidade de prematuros

    OS BEBÊS PREMATUROS ATENDIDOS PELO HOSPITAL CONTINUAM ACOMPANHADOS ATÉ COMPLETAREM DOIS ANOS OU MAIS EM DETERMINADOS CASOS

    Ao descobrir uma gravidez, tudo o que os pais desejam é garantir saúde e qualidade de vida aos seus sonhados filhos. No entanto, algumas questões ainda podem tirar o sono dos novos papais quando não há o conhecimento correto. Um exemplo dessa situação é o cenário que acomete os bebês prematuros e seus familiares. Entre tantos conflitos e receios que um parto prematuro pode desencadear, o essencial é que a conscientização sobre o mesmo seja fomentada constantemente.


     Cientes da relevância desse tema e pautados pelo chamado Novembro Roxo, mês escolhido para abordar essa causa, os profissionais da Santa Casa de Misericórdia de Passos fizeram questão de decorar os corredores e quartos da UTI Neonatal de uma maneira diferente.


    Entre os enfeites elaborados na cor roxa, a enfermeira e coordenadora do setor, Graziele Chagas, ressaltou que as ações não ficam restritas ao mês de novembro, afinal, é preciso que essa temática seja pautada durante o ano todo. “Atendemos bebês prematuros e sabemos da importância de trabalhar norteados pela humanização”, disse.


    Além de todo cuidado e atenção para os pequenos, a equipe do hospital passense direciona tratamentos e serviços também aos pais das crianças, pessoas indispensáveis para amenizar possíveis consequências.


    “Atendemos famílias de toda a região. Muitas mães chegam até nós encaminhadas já com fator de risco e o acompanhamento é feito no Promai; mas, há outros casos em que não temos como fazer esse trabalho de prevenção e então só fazemos depois”, contou.


    Uma das opções disponíveis é a conhecida Casa da Gestante, que oferece toda a estrutura de uma casa domiciliar para as mães que necessitam. Outro importante serviço prestado é o livre acesso dado aos pais, conquista que só foi possível após o Ministério da Saúde reconhecer a Santa Casa como Hospital Amigo da Criança, em 2003.

     

    Redução 

    Guiados por protocolos, a responsável revelou que todo o quadro de funcionários trabalha a fim de reduzir as taxas de mortalidade e morbidade. “Temos dados estatísticos que comprovam como já melhorou nossa mortalidade e estamos lutando para o mesmo com a parte de morbidade porque não é só dar alta e mandar a criança para casa, é como estamos dando alta, como devolvemos essa criança para a sociedade e qual será a qualidade de vida que ela terá”, esclareceu.


    E para que os números possam cair cada vez mais, Graziele garantiu que o Banco de Leite é um instrumento indispensável, pois é com o leite materno ordenhado e pasteurizado que o aleitamento precoce é realizado.


    A entrevistada explicou que o leite materno é utilizado como uma medicação para o bebê prematuro e que, por meio dele, acontece a volta mais rápida para casa, a prevenção de infecções e o aumento do vínculo familiar, por exemplo. Essas vantagens citadas são alcançadas pelo trabalho nomeado de “Colostro terapia”, que nada mais é que gotículas de leite inseridas na cavidade oral do bebê já em sua primeira hora de vida.


    Desde que iniciou seu trabalho no hospital, muitas histórias emocionantes marcaram a vida da enfermeira. E ainda que palavras não sejam encontradas ao tentar definir o que é a agitada rotina na UTI Neonatal, Grazieli confessou que mais que um serviço, sua função é uma doação.


    “Trabalhar aqui é uma doação de vida. Todo mundo vem pra fazer o que gosta, não dá para trabalhar sem gostar. Levantamos todos os dias já pensando que estaremos aqui por alguém, as vezes, até deixamos os nossos filhos em casa para cuidar dos filhos dos outros, então tem que ser por dom mesmo. Mas a recompensa é muito grande, principalmente quando as mães voltam depois para vermos como o bebê está”, finalizou. 

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