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    07/11/2019 08h46 - Atualizado em 07/11/2019

    Combate à aftosa mira dez milhões de cabeças

    Essa é a meta do IMA para a 2ª etapa anual da vacinação obrigatória, neste mês, em todo o estado

    Minas Gerais detém o segundo maior rebanho bovino do país, com cerca de 23,4 milhões de cabeças – o que representa 10,7% do gado brasileiro. A garantia da boa saúde animal ganha importância neste mês, com a campanha de vacinação contra a febre aftosa, aberta na sexta-feira. A imunização é gerenciada pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), que fiscaliza a vacinação por parte dos produtores rurais.


    A segunda etapa anual da vacinação contra a doença é realizada em novembro, dando seguimento à outra fase, ocorrida em maio. De acordo com o IMA, deverão ser vacinados nessa etapa 10 milhões de bovinos e bubalinos, de zero a 24 meses, em todos os 853 municípios mineiros.

     

    O Instituto alerta para o fato de que a campanha é obrigatória. O produtor que não imunizar o seu rebanho estará sujeito à autuação de 25 Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (Ufemgs) por animal, o equivalente a R$ 89,83 por cabeça.


    O produtor deverá acessar o site https://www.sidagro.ima.mg.gov.br/portaldoprodutor para imprimir a declaração de vacina. Com o documento em mãos, ele deverá adquirir a vacina e fazer a vacinação neste mês. O criador deverá comprovar a imunização do seu rebanho, com a entrega da declaração preenchida ao IMA até 10 de dezembro.


    O descumprimento da norma sujeita o produtor à autuação de cinco Ufemgs, o equivalente a R$ 17,96 por animal. O IMA também solicita que o produtor entregue a cópia do Cadastramento Ambiental Rural (CAR) no momento da declaração. A documentação deverá ser apresentada em um dos escritórios do órgão no estado.


    O gerente de Defesa Sanitária Animal do IMA, médico-veterinário Guilherme Negro, ressalta a importância da vacinação para manutenção da saúde do rebanho e do reconhecimento internacional como zona livre com vacinação, obtido pelo estado junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

     

    “Este status favorece o agronegócio e o acesso da carne bovina e dos produtos da bovinocultura de Minas a mercados internacionais, contribuindo de forma significativa para o Produto Interno Bruto (PIB, o conjunto da produção de bens e serviços do estado) mineiro”, diz.

     

    Eficácia

    O coordenador do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção de Febre Aftosa no IMA, médico-veterinário Natanael Lamas Dias, chama a atenção para a necessidade de engajamento dos pecuaristas na campanha de vacinação, de forma a garantir eficácia na imunização dos animais dentro do prazo estabelecido.

     

    “Entre os cuidados, é necessário manter as vacinas contendo a dose de 2 ml armazenadas em temperatura entre dois e oito graus centígrados, desde o momento em que for adquirida em estabelecimento registrado, até a hora da aplicação”, explica.


    Concentrando o segundo maior rebanho bovino nacional, Minas Gerais detém o status de área livre de aftosa com vacinação desde 2001, concedido pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). Em 2018, o estado ocupou o quarto lugar no ranking nacional das exportações de carne bovina, com receita de US$ 604 milhões, ou 9,2% do total nacional. A China é o principal comprador do produto mineiro, respondendo por 59% do total das vendas externas. 

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