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    06/11/2019 09h45 - Atualizado em 06/11/2019

    Afogamento mata um brasileiro a cada 92 minutos

    DADOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE SALVAMENTO AQUÁTICO APONTAM O AFOGAMENTO COMO A 2ª CAUSA DE MORTE ENTRE CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS. NOVEMBRO É O MÊS DA CONSCIENTIZAÇÃO

    Adriana Dias - Da Redação

    Sabendo que 44% dos afogamentos registrados ocorrem no período de verão, entre os meses de novembro e fevereiro, a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa) e o Instituto de Natação Infantil (Inati) utilizam o mês de novembro para tratar, com mais ênfase, da segurança aquática.


    Afogamento é uma das causas de maior número de óbitos no Brasil e, às vezes pensa-se que não acontece, mas acontece com muita frequência sendo um dos principais motivos de óbito, principalmente para crianças com idades entre 1 e 4 anos.

     

    Segundo dados de 2017, os afogamentos representaram no Brasil a 2ª causa óbito de crianças entre 1 e 4 anos, a 3ª causa nas idades de 5 a 14 anos, a 4ª causa de 15 a 19 anos e foi apontado como a 6ª causa entre pessoas de 20 a 24 anos de idade. A cada 92 minutos 1 brasileiro morre afogado no Brasil, tendo 16 brasileiros morrendo afogados diariamente e a cada 2 dias uma criança morre afogada.

     

    O afogamento é um dos casos de maior impacto na saúde e na economia do mundo. Considerando o tempo de exposição, o afogamento tem 200 vezes mais risco de óbito que os acidentes de transporte e sua incidência é maior em regiões e países de baixo poder aquisitivo e renda per-capita.

     

    Na maioria das vezes, os números de afogamento são ainda muito subestimados, pois os dados sobre afogamentos são extraídos exclusivamente de atestados de óbitos, e nem todos possuem estas informações, mesmo em países desenvolvidos.

     

    “Estas estatísticas são alarmantes, mas não devem ser motivo para ficarmos assustados, mas sim para estarmos cada vez mais atentos. Afogamento não é acidente, não acontece por acaso e precisamos ter em mente que a prevenção é e sempre vai ser o melhor caminho”, disse o profissional de Educação Física Cassio Calixto, coordenador da Raia Viva Academia.

     

    “A segurança aquática é um tema frequentemente abordado nas aulas da Raia Viva Academia para que os nossos alunos estejam preparados para enfrentar situações de risco. Sempre preparamos aulas de roupa (para aumentar a resistência e dificultar o nado) e sem óculos (para que as crianças não se tornem dependentes deste artigo). Acreditamos que a natação é mais que um esporte, é um seguro de vida! Por isso nossa equipe veste a camisa e apoia esta causa”, disse Cassio Calixto.

     

    “Quando o assunto é segurança aquática, vale aquele velho ditado: melhor prevenir que remediar. Prevenção é a ferramenta mais eficaz na luta contra os afogamentos. É muito importante conscientizar toda a população que existem práticas bastante SIMPLES de prevenção que podem ser adotadas por todos para reduzir do risco de afogamentos”, acrescentou.

     

    Para combater esse problema de forma simples, a Sobrasa indica 5 atitudes para ajudar na redução dos afogamentos: conheça seu risco pessoal de afogamento e previna-se, multiplicar a prevenção e compreender o problema de afogamento em sua região.

     

    Para piscinas, existem 5 cuidados principais que devem ser tomados, principalmente quanto tem criança na água, para garantir a piscina mais segura: atenção 100% na criança, ter sempre um guarda-vidas presente, saber agir em caso de urgência, cercar a piscina e usar ralos anti-sucção e meios de interrupção de bombas.

     

    “Todo o cuidado é pouco quando o assunto é afogamento. Devemos sempre prezar pela segurança, reconhecer nossos limites e estar sempre atentos com as crianças. Não podemos permitir que bons momentos se transformem em péssimas lembranças”, finalizou Cassio. 

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