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    06/11/2019 09h29 - Atualizado em 06/11/2019

    Victor Dzenk e sua Odisseia

    O estilista mineiro Victor Dzenk apresentou na Minas Trend a coleção Odisseia, que encantou as celebridades. Segundo ele, houve no desenvolvimento do trabalho uma preocupação no resgate do artesanato

    O 25º Minas Trend Preview se apresentou bastante inovador, com um tema relevante: ‘Tecendo Futuros’, abordando novos pensamentos vinculados à sustentabilidade, reutilização e conscientização. Considerado o maior salão de negócios da América Latina, o evento do ramo da moda se apresenta bem amplo, foi onde, em uma das áreas em que a colunista de moda Isabella Ferreira, a Bella teve a oportunidade de entrevistar especialmente para a Folha, o estilista mineiro Victor Dzenk sobre a coleção Odisséia, que aconteceu no dia 23.


    A leveza, uma das marcas registradas de Dzenk, pode ser observada na coleção, que traz uma interação da galáxia com o empoderamento da mulher. E, de acordo com Dzenk, ele procura sim trazer em todas as suas coleções a leveza e a fluidez.

     

    “Só que dessa vez a mulher vem inspirada nesses filmes de ficção científica, as guerreiras dos filmes. Traduzindo para a nossa coleção, é uma mulher guerreira, uma mulher contemporânea, brasileira, em que ela vai para o trabalho, para um evento é dona de casa, ela é uma heroína”, disse o estilista.


    Questionado sobre o uso das estampas e se a viagem a Portugal teve algum link, Dzenk conta que o artista que assina a estampa principal mora em Portugal, mas é mineiro, mora no norte de Minas. “Ele veio para fazer essa estampa, nunca fez nada pra moda, ele pinta vidros, foi onde nos unimos nesse desafio pra transpor a arte dele nos tecidos fluidos”, afirmou.


    O estilista que encanta as celebridades explica que houve no desenvolvimento do trabalho uma preocupação no resgate do artesanato. “Temos o vídeo de todo o processo, é muito lindo. Ele joga os pigmentos, depois tem o momento que coloca fogo nesses pigmentos e a ação do fogo que reage com os pigmentos e transforma em cores e depois que transformamos em estampa”, afirma Dzenk.


    Sobre sustentabilidade, o estilista disse acreditar que o momento agora é da moda pensar cada vez mais no lixo zero têxtil. “Porque a indústria têxtil produz muito lixo. No meu caso, por exemplo, estamos com um projeto onde tudo que sobra vira porta corpo e o que sobra do porta copo vira cabelinho para oficina de boneca”, garantiu. 

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