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    04/11/2019 10h42 - Atualizado em 04/11/2019

    Um bom caminho de tramas criativas

    A recente edição da Minas Trend, a maior e principal feira de negócios de moda do Estado, acabou abrindo um bom espaço para os tecidos

    Wagner Penna - Especial para a Folha

    Realizada sob o tema “Tecendo futuros”, a recente edição da Minas Trend (feira de negócios de moda em Beagá), acabou abrindo um bom espaço para os tecidos. Isto é, foi além das confecções e chegou à matéria-prima essencial da moda. Para mostrar o produto têxtil e sua criatividade, um desfile bacana aconteceu ali, produzido pela estilista Amanda Leão - a convite do Senai-Modatec.


    Os tecidos apresentados tinham o fio de algodão como elemento de construção, oferecidos pelas empresas Cataguases, Cedro Têxtil, Fabril Mascarenhas, São Joanense, Santanense, e Tear Têxtil.
    No vaivém da passarela, o jeans foi o grande destaque – mostrando como esse tecido básico na vida atual pode se transformar em peças criativas, bonitas e até com uma certa leveza casual.

     

    Surpreendente. Além da coloração fashionista que o índigo assumiu ali, também as suas possibilidades criativas ficaram evidentes. Uma mostra com os modelos ocupou todo o calendário da feira. Valeu!

     

    VAIVÉM

    Um grupo de promotores de moda vai realizar a Mood – Festival de Moda, em Beagá, entre os dias 20 e 23 de novembro – com apoio da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. Serão palestras, debates e desfiles mostrando o atual estágio da moda no município. Quem quiser participar, pode se inscrever através do pbh.gov.br \ mood.

    ***

    A noticia fashion da semana, foi a proposta de compra que o super grupo de moda francês Louis Vuitton realizou para a compra da super marca norte-americana de jóias Tiffany. Beirando os 13 bilhões de dólares, pode ser o negócio de moda do século 21.
    Por enquanto


    ***

    A nova moda entre os fashonistas é montar seu closet-cápsula. Como assim? É ter um guarda-roupa com poucas peças, porém todas intercambiáveis. Assim quatro peças viram 12 peças, 10 viram 30 looks e por aí vai. Reduz gastos e ajuda a natureza.


    PONTO-FINAL

    Em fase de redefinição em várias frentes, a moda brasileira teve na São Paulo Fashion Week uma indicação dessa, digamos, ‘diversidade de sentidos’. Sem se situar como plataforma de lançamentos, feira de negócios ou laboratório criativo parece que incorporou o sentimento fashion atual – busca de novos espaços e (principalmente) propósitos viáveis. 

     

    MANGAS BUFANTES

    Uma tendência polêmica está de volta

    As mangas bufantes que marcaram os ombros de uma geração nos anos 1980 estão influenciando o guarda-roupa atual. O modelo já apareceu em desfiles de grifes como Gucci, Yves Saint Laurent, Dolce Gabbana, Marc Jacobs e Givenchy.


    Também já caiu no gosto de influenciadores digitais, como Vic Ceridono, e virou peça do look do dia. E chegou nas peças mais populares vistas nas ruas e vitrines.


    A tendência começou a retornar em 2016, após Alessandro Michele ser nomeado diretor de criação da Gucci e levar o conceito para a passarela da marca italiana. “É uma tendência que vem em uma crescente e foi ‘massificando’. A gente fala de um retorno bem caricato dos anos 80, porque a gente viu uma volta do power dressing [estilo de roupas femininas profissionais surgido nos Estados Unidos]”, explica Bruna Ortega, especialista de beleza e moda da empresa de tendências WGSN.


    Vestidos com as mangas bufantes apareceram na passarela da Yves Saint Laurent e, de acordo com relatório da WGSN, as vendas de peças desse estilo cresceram 125% nos Estados Unidos e 22% no Reino Unido.


    No entanto, as mangas volumosas também podem ser usadas em visuais mais descontraídos. “Combinadas com calça de alfaiataria, bermuda ciclista com um tênis ou jeans cintura alta e scarpin ficam super cool e zero anos 80”, diz a digital influencer e designer de moda Luiza D’Angelo.


    Roupas com volume na altura dos braços continuarão em alta no verão 2020/2021, mas com um estilo um pouco diferente, com menos inspiração dos anos 1980 e elementos mais românticos.


    “O modelo vai perder essa estrutura de volume que tem agora e chegar um pouco mais delicado e feminino. Ela é volumosa, mas não chega a ser bufante, segue um lado um pouco mais floral, mais leve, mais delicada”, explica Isabela Bez, especialista de beleza e moda da WGSN.  

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