• Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

       
    ÁREA DO
    ASSINANTE
    ESQUECEU SUA SENHA?
    Você receberá em seu e-mai uma nova senha para login.
    

    Assine 35 3529-2750

    Fale Conosco contato@clicfolha.com.br

    WhatsApp 35 9 9956-5000

    
    31/10/2019 10h53 - Atualizado em 31/10/2019

    Leitor: Coisa pública

    Os loteamentos na (s) cidade (s) são uma questão antiga e dramática. Primeiro que as coisas devem funcionar e, uma vez funcionando, elas devem fazer valer as regras, ou a lei. Num processo mobiliário usam da ambiguidade dos discursos, de números que não se misturam e da especulação pura para dizer que expandir dessa forma é urgente e é desenvolvimento pra cidade. Não é. Desenvolver para os humanos é mais que expandir. Se olharmos pelo lado da coisa pública devem ser aprovados os loteamentos que seguem e estão em concordância com os regimentos do desenvolvimento humano e da população, dentro da esfera do sustentável, dos ambientes econômico, ambiental e social, caso contrário não é desenvolvimento; é atraso e mais problema pro futuro. Mais problema ainda. Um assunto que a população deve se ligar.

    Ricardo Piantino – Passos/MG 

    Papel das ONGs

    É ensurdecedor o silêncio das ONGs, de algumas entidades e países europeus em relação à contaminação no Oceano Atlântico pelo petróleo derramado no Nordeste brasileiro. Nenhum daqueles que jogaram pedras em Bolsonaro devido ao incêndio na Amazônia se manifestaram quanto ao oleoso dano ecológico nas nossas praias. Omitiram-se quando carecemos de ajuda para investigar e apontar o causador da enorme catástrofe.

    Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha/ES

    Nem as hienas
    O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, tem toda razão ao se indignar contra o vídeo postado pelo presidente Jair Bolsonaro equiparando o STF a uma “hiena” que acossa o “leão” Bolsonaro. Não é o primeiro nem provavelmente será o último “atrevimento presidencial” grosseiro e sem limites. Sem querer comparar, mas já comparando, a Suprema Corte está prestes a decretar o fim da prisão após condenação em segunda instância, o que levará à soltura de milhares de presos, entre eles corruptos, estupradores, pedófilos e traficantes. Se isso realmente ocorrer, não somente não haverá motivo para regozijo – salvo, é claro, para os condenados e seus apoiadores –, como levará à queda vertiginosa da credibilidade do STF, provocando indignação de ordem moral sem precedentes na sociedade. A brincadeira do presidente Bolsonaro foi, sem dúvida, de mau gosto, mas foi uma brincadeira. Já a eventual decisão do STF será séria e verdadeira, trará consequências funestas ao País e nem as hienas conseguirão rir disso.

    Luciano Harary - São Paulo/SP
      

    Mais sobre a editoria

    10 de Dezembro de 2019
  • 09 de Dezembro de 2019
  • 07 de Dezembro de 2019
  • 06 de Dezembro de 2019
  • 05 de Dezembro de 2019
  • 04 de Dezembro de 2019
  • 03 de Dezembro de 2019
  • 02 de Dezembro de 2019
  • 30 de Novembro de 2019
  • 29 de Novembro de 2019
  • Guia da Cidade
    INCLUA SEU ESTABELECIMENTO

    Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

    © 1984 - 2019 Folha da Manhã. Todos os direitos reservados.
    Desenvolvido por Mediaplus