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    29/10/2019 09h34 - Atualizado em 29/10/2019

    Série de suspense foca em personagens LGBT

    Série do Canal Brasil traz personagens homossexuais, bissexuais, transexuais, heterossexuais, crossdressers E aborda o amor romântico, mas também relações familiares e de amizade em cada um dos capítulos

    Thaís Ferraz - Especial para a Folha

    Duas histórias se desenvolvem na série Toda Forma de Amor, que estreou no Canal Brasil na sexta-feira, 25, às 22h30. Daniel (Romulo Arantes Neto) tenta salvar sua boate transformando-a em uma casa noturna voltada ao público LGBTQI. Noivo de seu sócio, o coordenador de políticas LGBT de São Paulo, Claudio (Otavio Martins) tenta descobrir quem é o assassino em série que ataca travestis no centro da cidade. Em um momento, as histórias deles se cruzam.


    Com uma temporada de seis episódios, de 50 minutos cada, a série leva o título ao pé da letra. Traz personagens homossexuais, bissexuais, transexuais, heterossexuais, crossdressers. E aborda o amor romântico, mas também relações familiares e de amizade.


    Diretor da produção, Bruno Barreto (O Que É Isso, Companheiro?) afirma que a série não tem como tema o universo LGBT. “Ela é, na verdade, uma história sobre a condição humana, sobre querer amar e ser amado”, explica. “Os personagens são diferentes do habitual, mas nem por isso são menos humanos”.


    Uma das protagonistas da série, Marcela é uma jovem DJ transexual que enfrenta as batalhas da vida adulta. Sem querer, desperta a paixão de Daniel, dono da boate em que toca, heterossexual e filho de pastor. Intérprete da personagem e também transexual, a atriz Gabrielle Joie destaca a honestidade da produção. “Toda Forma aborda diversos assuntos, ambiguidades, um gradiente de possibilidades”, afirma.


    A série tem um aspecto interessante. Ao contrário de uma parte significativa das produções que abordam o universo LGBT, não reduz seus personagens - e conflitos - à orientação sexual ou identidade de gênero. “É um outro momento do mercado e da televisão, que busca mostrar essas questões de uma forma mais humanizada”, afirma Gabrielle. “É bom porque nos trata como seres humanos, que não frequentam só ambientes específicos, mas são pessoas normais, que existem em lugares comuns.”


    A atriz destaca que a série não tem intenção de ser engajada ou didática. “Desde o início, eu e o diretor tínhamos em comum isso de não querer pregar para convertidos”, explica. “Também não queríamos que fosse uma coisa explicativa, porque esse não é um assunto novo.”


    Para ela, não há motivo de apreensão em torno da recepção do público. “A única coisa que eu espero é que as pessoas se identifiquem”, diz. “E, se for para passar uma mensagem, que seja a de que a vida de uma pessoa trans não precisa ser doída “

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