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    26/10/2019 10h56 - Atualizado em 26/10/2019

    Leitor: Pleito à memória do Maurício da Mercantil

    Começo este texto com uma constatação objetiva sem a pretensão de ofender a quem quer que seja: Há pessoas que vivem uma longa vida marcada por ações e comportamentos a favor de si próprias e de seus familiares, há outras que encontram tempo para viverem em prol dos interesses do outro e de sua comunidade. Aqueles são esquecidos, estes são sempre lembrados.

    Mauricio da Mercantil foi também o Maurício da Apae, o Maurício do Hospital Otto Krakauer, o Maurício do Recanto Geriátrico e o Maurício da Fesp, da qual foi presidente nos anos 70. Exerceu no curso de sua vida intensa a atividade em benefício de sua comunidade e dos excluídos.

    Conheci Maurício na década de 50, frequentando a mesma sala do Curso Técnico em Contabilidade, na saudosa Escola Técnica de Comércio São José na Rua Deputado Lourenço de Andrade, onde é hoje o Edifício Dona Lela. Maurício era um dos primeiros alunos do curso. Foi ele quem sugeriu o nome do Professor Teodoro Correa Cintra, antigo Diretor Técnico do Colégio de Passos, como paraninfo da nossa Turma de Contabilidade de 1959.

    A frase com que o Professor Teodoro encerrou seu discurso ficou gravada para sempre em nossas memórias “Sede contadores de Deus”. 

    A homenagem que Maurício recebeu de seus amigos e das instituições a que serviu atesta o quanto foi útil a sua vida que será para sempre lembrada. 

    Registro, ao final deste pleito, o que disse ao Mauricinho na despedida do Maurício: Sua família tem todos os motivos para orgulhar-se e sentir-se confortada pela “suave e doce lembrança” de seu pai.

    Jairo Roberto da Silva – Passos/MG 

    Desigualdade

    O texto-base da Previdência aprovado no Congresso não vai atender à questão básica que é a premiação de quem trabalhou por muitos anos fazendo a contribuição regulamentar. São milhões de trabalhadores da iniciativa privada e alguns das estatais. Enquanto isso, integrantes dos Executivos, dos Legislativos, do Judiciário e da área militar não terão a preocupação com seus rendimentos quando se retirarem de suas funções. Por que a desigualdade?

    Uriel Villas Boas – Santos/SP

    Os mais iguais
    Ninguém aguenta mais os desmandos no setor público. Quando o problema não é de ordem financeira, é de ordem moral. Acabamos de presenciar uma Assembleia Legislativa mandar soltar deputados estaduais presos por delitos cometidos. É uma aberração deputados, que são servidores públicos, terem benefícios legais que os brasileiros que os elegeram não têm.

    Marco Antonio Martignoni - São Paulo/SP 

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