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    23/10/2019 09h57 - Atualizado em 23/10/2019

    Deficiência auditiva: diagnóstico precoce pode ajudar

    INDICAÇÕES DE QUE O OUVIDO PODE NÃO ESTAR BEM PODEM VARIAR, CAUSANDO, A PRINCÍPIO, DESCONFORTO EM INTERAÇÕES SOCIAIS. CONHEÇA ALGUNS DOS PRINCIPAIS SINAIS

    Fernanda Freire - Da Redação

    Entre os cinco sentidos do corpo humano, a audição ocupa um papel único responsável pela aquisição de conhecimento e integração social dos indivíduos, acredita a fonoaudióloga Juliana Madureira Piazini, especialista em Audiologia e Fonoaudiologia do Trabalho.


    Desse modo, ao identificar algum problema nesse sentido, “podem surgir algumas situações de desconforto relacionadas as interações sociais e dentro da própria família”, observou Juliana. Já que na maioria dos casos o problema se manifesta de forma lenta e silenciosa, “ela costuma demorar a ser percebida por algumas pessoas”.


    Os sinais de que o ouvido pode não estar bem podem variar. A fonoaudióloga descreve que identificar dificuldade em ouvir sons do dia a dia costumam gerar irritabilidade ou até isolamento social, seja ao lidar com “conversas casuais, culto na igreja, um atendente no mercado, a aula de uma professora ou ao assistir televisão”. Além desses sinais, escutar zumbidos frequentes também são uma indicação de que deve-se procurar um especialista para uma avaliação mais detalhada.


    Juliana calculou que a deficiência auditiva não é uma condição rara. “Uma a cada três pessoas com mais de 65 anos têm algum grau de perda auditiva”, indicou. Embora seja mais comum em idosos, as dificuldades auditivas também afetam os mais jovens, “devido a fatores incluindo doenças na infância, fatores genéticos, doenças metabólicas e infecciosas, exposição ao ruído alto ou medicamentos”.


    A fonoaudióloga garante que pessoas de todas as idades podem sofrer perda auditiva e, felizmente, há diversas opções de tratamento disponíveis, “restando poucas razões para não procurar ajuda”.

     

    Diagnóstico

    A pessoa que precisa utilizar um aparelho auditivo pode ser diagnosticada com uma avaliação audiológica básica que engloba os testes de audiometria tonal e vocal e ainda, avaliação do ouvido médio por meio de timpanometria.


    “Esses exames fornecem informações importantes quanto ao tipo e o grau de perda auditiva. A partir dessa avaliação, o médico otorrinolaringologista e o fonoaudiólogo audiologista podem orientar o paciente quanto aos benefícios do uso de aparelhos auditivos. Em alguns casos podem ser necessários outros exames para confirmar o diagnóstico”, explicou Juliana.

     

    Tratamento

    “Em casos de perdas auditivas mesmo que de grau leve do tipo neurossensoriais, quando o nervo auditivo foi acometido o tratamento indicado é o aparelho auditivo, pois mesmo em casos de déficit leve existem a possibilidade de declínio cognitivo.

     

    A perda auditiva não apenas afeta a condição de ouvir os sons, secundariamente a ela existem outros comprometimentos centrais que podem levar o indivíduo a ter sintomas relacionados de mudança de comportamento social, redução da capacidade de memória, desatenção, incapacidade de acompanhar conversas e até depressão por isolamento”, alertou a fonoaudióloga.


    Sendo assim, quanto antes for identificada a perda auditiva e consequentemente realizado o tratamento precoce, menor será a repercussão destes sintomas. Embora a notícia da perda auditiva possa ser encarada de modo temoroso, “não deve e nem pode afetar o estilo de vida de ninguém”.


    Para isso, a tecnologia das “próteses auditivas oferecem opções para tratar os diferentes tipos de perda auditiva, como aparelhos auditivos ultratecnológicos que permitem que as pessoas vivam a vida ao máximo, sem barreiras do déficit auditivo”, ponderou.


    Com um design inovador e tecnologia de ponta, os aparelhos auditivos são duráveis e fáceis de manusear. “Se usados regularmente, eles permitirão que a pessoa aproveite sua vida de uma maneira totalmente nova e moderna”, acredita a fonoaudióloga.

     

    A Resound

    A marca de aparelhos auditivos Resound, que faz parte do grupo GN o qual neste ano completa 150 anos, é uma empresa multinacional, com sede em Copenhagen, na Dinamarca e presente em mais de 100 países ao redor do mundo. Desde então, a GN vem construindo o seu legado de inovação tecnológica.


    A marca ReSound, a qual Juliana representa, “se destaca dentro do grupo GN como uma marca premium, cujo foco é garantir às pessoas com deficiência auditiva a satisfação de poder usufruir de tecnologias que se assemelham a audição natural”.


    Neste final de ano, as pessoas ainda podem contar com o lançamento ReSound LiNX Quattro, um produto que promete ao usuário de aparelho auditivo uma experiência sonora incomparável, conectividade, suporte e personalização através do uso de aplicativos em smartphones, assim como a possibilidade de solicitar ajustes finos à distância para o seu fonoaudiólogo, transmissão de áudio do seu smartphone diretamente ao seu aparelho auditivo e tecnologia recarregável com duração de até 30 horas de bateria.


    “Sem dúvidas é a solução auditiva mais avançada do mercado. Com o ReSound LiNX Quattro podemos proporcionar aos usuários de aparelhos auditivos a possibilidade de ouvir mais, ser mais e fazer mais”, reconheceu Juliana.

     

    Onde ir

    O espaço em que a fonoaudióloga Juliana Madureira atua em Passos é no Centro Auditivo Evoluir, clínica com mais de 20 anos de experiência no ramo de aparelhos auditivos. Na região, o Centro Evoluir possui parceria com as cidades de São Sebastião do Paraíso, com a Paraíso Clínica e em Alpinópolis com a Clínica Bellagio. 

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