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    16/10/2019 10h54 - Atualizado em 16/10/2019

    Leitor: Amazônia, a Bola da Vez

    A Amazônia está sendo destruída há décadas. Assim como a mata Atlântica já foi durante séculos e está praticamente extinta.

    Fruto da predação desenvolvimentista humana.

    Transformar agora isto em bandeira política, religiosa e teocrática mostra só o quanto o ser humano é escroto.

    A igreja que fala agora, mostrando que a destruição é questão de direita / esquerda, é a mesma que só causa atrasos e engodos, utiliza o mesmo púlpito para enaltecer deuses inexistentes e santas de barro para domínio e exploração da população, ovelhas burras mas também nem tão inocentes.

    Os humanos são predadores, egocêntricos, prepotentes, destruidores, exploradores, enganadores, em resumo, uma raça animal inteligente e que pensa que tem consciência, mas é muito ruim para si mesma, para o seu próximo e para o seu habitat ou mundo onde vive.

    O caminho evolutivo desta raça não deu certo, vai se implodir, vai se auto destruir e entrar em extinção.

    E isto não é apocalipse ou profetização, são observações disponíveis na frente de nossos narizes, se mudanças profundas do modo de vida humano não for mudado e não se vislumbra nada de grande porte que estaria possibilitando esta mudança.

    Roberto Barbieri – Passos/MG 

    Professores

    No dia 15 de outubro era comemorado o Dia dos Professores, mas esta categoria foi sendo tão desprestigiada e desrespeitada ao longo dos governos que hoje ninguém se lembra dos mestres que levaram homens e mulheres a chegar aonde estão.

    Tal fato é tão real que os cursos para formação de professores quase não atraem mais ninguém.

    É uma das mais belas profissões quando se leva em conta a transformação do ser humano quando aprende a ler e a escrever.

    Tomemos como exemplo o Estado de São Paulo, o mais rico e desenvolvido do País, mas que trata seus professores com desdém. A data-base da categoria é março.

    O último reajuste salarial foi em 2013. O reajuste era de 10,15%, porém os professores receberam 7%.

    E ficou por isso mesmo.

    E há governos que acham que os professores aposentados não necessitam de aumento.

    É uma afronta, um país que não valoriza seus professores.

    Gostaria que o governador de São Paulo, que é tão bom em “negociar”, revisse o salário dos professores, sem reajuste há mais de seis anos.

    Os reajustes dos planos de saúde nos últimos seis anos beiram aos 200%, enquanto os dos professores continuam em zero.

    O problema é que governantes vão ao Sírio-Libanês quando ficam doentes. Se fossem obrigados a ir ao Hospital do Servidor Público, ou ao SUS, certamente repensariam a maldade com o magistério.

    Izabel Avallone - São Paulo/SP
     

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