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    16/10/2019 10h14 - Atualizado em 16/10/2019

    Alimentação saudável e divertida é opção para crianças

    ACADEMIA APROVEITOU A SEMANA DA CRIANÇA PARA INCENTIVAR OS ALUNOS 'PEIXINHOS' A BUSCAREM SE ALIMENTAR BEM. ESPETINHO DE FRUTAS FOI A SURPRESINHA

    Adriana Dias - Da Redação

    Pensar, incentivar e proporcionar uma alimentação saudável para os baixinhos na Semana da Criança é uma das ações desenvolvidas para os alunos da Raia Viva Academia. Os ‘peixinhos’ nadadores da escola ganharam um espetinho de frutas como forma de mostrar a necessidade deste tipo de alimento.


    A ação foi estabelecida pelo profissional de educação física Cassio Calixto, que conversou com a nutricionista Sabrina Silva, especialista em Materno Infantil, para saber um pouco mais da importância da alimentação saudável e como facilitar a utilização destes alimentos na rotina das crianças.


    De acordo com Sabrina Silva, que cursa mestrado na faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) algumas dicas são bastante eficazes para as crianças comerem melhor.


    “Com paciência, bom-humor e criatividade, podemos tornar as crianças mais saudáveis evitando vários tipos de doenças e melhorando a qualidade de vida dos pequeninos. Se o pequeno não quiser comer, lembre-se de que as crianças comem, sim, com os olhos, portanto procure ser criativo no prato de seu filho”, afirmou Sabrina.


    Ainda conforme explicou a nutricionista com o apoio total do profissional de educação física, algumas situações simples podem ser feitas, como colocar mais cores na alimentação, que é resultado de uma dieta equilibrada, até montar uma carinha com os alimentos.

     

    “O brócolis pode virar um cabelinho, enquanto o tomate pode ser cortado em forma de boca. Sugiro o uso de forminhas ou cortadores com o formato de bichos. Quando você desenha no prato, pode até colocar ingredientes que a criança nem conhece. Ela presta mais atenção no desenho. Ao servir a refeição diretamente da panela, a criança pode ter uma reação pior”, sugeriram.

     

    Miniaturas

    Uma dica para que as crianças comam tudo é investir em alimentos pequenos.


    A lógica é simples: alimentos em miniatura fazem com que as crianças sintam que aquilo foi feito só para ela. “Mini legumes ou folhas de rúcula “baby”, por exemplo, tendem a agradar bastante. Mas não necessariamente precisam ser alimentos em miniatura. Ovinhos de codorna, por exemplo, também podem ser utilizados como incrementos”, contou Sabrina Silva.


    Outra dica dada pelos profissionais é diminuir o volume de líquidos durante as refeições. “Os líquidos ajudam a saciar a fome, ou dão a sensação de saciedade, ou seja, de estar satisfeito. Prefira oferecer água ou suco, portanto, somente depois do almoço ou do jantar”, afirmou a nutricionista.


    Uma importante dica é oferecer primeiro o que ele menos gosta 


    A maioria das famílias costuma fazer o contrário, mas o melhor para a criança que não come verduras é tê-las à vista antes dos outros pratos da refeição. Assim, ela estará com fome e pode consumir esta preparação mais facilmente.

     

    Guloseimas

    Sobre as crianças que dão até birra para comer as guloseimas e não se alimentarem corretamente, Sabrina Silva e Cássio Calixto explicam que uma estratégia é manter os alimentos saudáveis em lugares acessíveis 


    “Recomendamos manter as frutas expostas na cozinha, ou até já lavadas e cortadas na geladeira, prontas para serem alvos de uma criança faminta. A fórmula também pode funcionar para legumes, como cenouras e pepinos”, disseram.


    Outras recomendações que podem ajudar são estimular a criança a colocar a mão na massa e cozinhar, o que pode fazê-la se alimentar melhor.


    “E outra dica é envolver a criança na escolha do cardápio da semana. A diversão é a isca perfeita para envolver uma criança em qualquer assunto. Na alimentação, vale o mesmo princípio. Conte com a ajuda dela para montar o cardápio da semana. Peça a ela para escolher um prato e os pais escolhem outro.

    O mesmo vale para quando a família vai a um restaurante: a mãe pode sugerir que ela escolha o prato do filho e o filho escolhe o dela. Mas sem ameaças. A pior coisa que pode ser feita é obrigar a criança a comer. Essa integração faz com que aquele momento seja saudável e a criança não se sente cobrada”, disse Sabrina. 

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