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    11/10/2019 10h56 - Atualizado em 11/10/2019

    Leitor: Cebolinha e Mônica

    Sabe quando você quis mudar o mundo ? É... acho que foi nesse tempo que começa essa história. As pessoas passeavam curtindo o sol daquela tarde ali no barzinho na beira da Lagoinha. Ao fundo ouvia uma música que falava de um jovem e apaixonado casal : Eduardo e Mônica. O sucesso da Legião Urbana. Eduardo? Mas como assim? E o meu amigo Cebolinha? Quem é o Eduardo?

    Tentando entender dei um enter na Máquina do Tempo e vi me criança aprendendo a ler com os gibis da Turma da Mônica.

    Recordei da viagem que fiz a BH e achei a revista do casamento da Mônica ...com Cebolinha! ufah com o Cebolinha uai!

    Desde então, mesmo sendo fã da Legião Urbana, acalentava o desejo de homenagear o Cebolinha e a Mônica do igualmente respeitado Maurício de Sousa.

    Pois é, acho que isso é mudar o mundo é misturar duas lindas histórias , o melhor do rock com o melhor do HQ, um casamento perfeito para enaltecer os valores do Brasil. Agora para realizar esse épico projeto mais do mesmo só faltava o cantor. E a voz veio assim quase sem querer, o Luís cantarolava na cozinha......um voluntário de talento.

    Assim, numa numa conexão atemporal de ideias e admiração nasceu a canção Cebolinha e Mônica uma adaptação de Eduardo e Mônica. Uma homenagem a todos os fãs da Legião Urbana e do Maurício de Sousa , o pai da Mônica. Queremos brindar essa data especial do Dia das Crianças com todas as famílias.

    Vejam um pedacinho da música: "...E que um dia ilá dizel que existe lazão nas coisas feitas pelo colação! "

    Obligado Maulício de Sousa. Folça semple Lenato Lusso

    Jorge Moreira Maciel - Passos MG

    Mais dinheiro

    O Congresso Nacional quer ampliar as emendas obrigatórias. São as emendas ao Orçamento para atender aos parlamentares em suas bases eleitorais. As emendas somaram R$ 16,2 bilhões em 2019, e eles querem mais. No Senado, onde a Previdência já passou no primeiro turno, empacou por causa da barganha dos parlamentares. Querem a liberação das emendas para votar o segundo turno. Tem, ainda, a discussão sobre a distribuição dos royalties do leilão do pré-sal. Uns defendem uma maior parcela para os Estados e outros, para os municípios. Enfim, um autêntico balcão de negócios. Enquanto isso, o País para. Outro dia o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, referindo-se à ameaça do ex-procurador-geral Rodrigo Janot ao ministro Gilmar Mendes, perguntou: “Quem quer investir num país desse?”. A questão, deputado, de não investir não é em razão da ameaça, mas sim ao Congresso que temos, e eu acrescento o Judiciário também. Presidente Bolsonaro, vai ser difícil de limpar o chiqueiro com os porcos dentro.

    Panayotis Poulis - Rio de Janeiro/RJ
     

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