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    10/10/2019 10h21 - Atualizado em 10/10/2019

    Dia a Dia: Afinal, o que é síndrome do pânico?

    ORONILCE DONIZETE FIGUEIREDO JUNIOR - Especial para a Folha

    Embora esteja presente em nossa atualidade o cotidiano faz nos sentirmos ansiosos, ou estressados. Identificar quando estamos tendo um ataque de pânico pode não ser uma tarefa fácil uma vez que este fenômeno está associado a sentimentos de medo juntamente com a ansiedade.


    Diferentes situações do cotidiano, como o término de um relacionamento, ou relacionamentos abusivos, medos excessivos, situações vivenciais que encontramos diariamente, ao longo dos anos podem acumular. A patologia instalada antes de manifestar-se, começa com leves sintomas que vão piorando ao longo do tempo. No entanto, nem sempre sabemos distinguir um ataque de pânico.


    Alguns sintomas destacados por pessoas que sofrem com o transtorno são, sudorese, sensação de falta de ar, taquicardia e outras características físicas que podem e são comumente associadas e confundidas com outras patologias, como por exemplo, aos problemas cardiovasculares.


    Levou considerável tempo para que a patologia fosse reconhecida como doença. Os sintomas físicos, por vezes, levam os indivíduos a acreditarem estar tendo um infarto ou fobias como: hidrofobia, claustrofobia, entre outros aspectos que geram o desespero.Estes se direcionam a postos emergenciais de saúde, ou procuram especificamente por um cardiologista ou outra área medica responsável até identificar o mesmo como fator emocional.


    As consequências das crises acabam constituindo determinado temor referente a imprevisibilidade dos ataques e também incitam no indivíduo outras fobias, além da sensação de impotência e frustração diante de algo que lhes parece incurável.


    Na Hipnoterapia, através da regressão de idade, identificamos qual é a emoção exata que deu ao paciente os sintomas de pânico, e resinificamos a história e os sintomas indesejáveis deixam de aparecer. Isso ocorre porque algum fator experiencial do passado fez com que a sua mente lhe protegesse e muitas vezes o subconsciente nos protege causando-lhe outros fatores problemáticos.

     

    Normalmente o efeito da hipnoterapia é imediato levando um menor tempo para a melhoria do quadro clinico do paciente.


    Darei a vocês um exemplo fictício para que entenda melhor


    Exemplo: Aos 5 anos Laura se afogou na piscina, o susto e o medo de morrer foi instalado no seu subconsciente. Aos 10 anos, Laura novamente levou um susto brincando em um rio com os amigos, o evento reforça o medo. Outro evento negativo ocorre novamente, aos 22 anos, quando Laura se afoga em uma cachoeira. O subconsciente entende que precisa protege-la, logo o cérebro associa que a água pode tirar a sua vida. Então, adquire a fobia relacionada a água pois o cérebro compreende que toda vez que ela estiver em um contexto semelhante aos eventos negativos incidentes do passado como um risco a própria vida.


    O medo serve para proteger, apresentando manifestações físicas entendendo que, toda vez que ela for nadar seja um rio, piscina, cachoeira ou onde estiver água ela sofrerá o mesmo impacto. Se formos analisar o nosso subconsciente não está errado, porém, nadar outra vez não significa que ela irá morrer ou se afogar.


    É assim para várias situações, conscientemente não sabemos porque sentimos a crise de pânico, mas é apenas uma programação da mente subconsciente, os fatores emocionais se dão pelas experiências traumáticas vividas do passado, somadas ao longo da vida em manifestações físicas.
    Oque dificulta o diagnóstico dos pacientes são os sintomas físicos que se apresentam primeiramente e acobertam a causa primordial, que é emocional.


    Diferente da perspectiva pejorativa que envolve o indivíduo acometido, que se sente impotente diante de uma doença aparentemente incurável, os tratamentos para o transtorno são positivos e buscam recuperar o domínio do consciente e reestabelecer a autoconfiança.


    A síndrome do pânico pode atingir todas as pessoas, independente do gênero, no entanto, costuma manifestar-se na adolescência ou no início da idade adulta e apresenta uma frequência maior de ocorrência no sexo feminino, que apresenta no período fértil uma maior incidência do pânico e flutuações hormonais que sensibilizam os alicerces cerebrais.


    Quando uma percepção negativa nos aflige, é possível lançar mão de soluções coerentes e no caso da síndrome do pânico, não é diferente. O acompanhamento psicoterápico pode auxiliar na recuperação do bem-estar da saúde mental e reestabelecer a autoconfiança do paciente acometido. Não é preciso ter vergonha na hora de procurar ajuda.

     

    ORONILCE DONIZETE
    FIGUEIREDO JUNIOR
    é psicólogo e hipnoterapeuta  

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