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    10/10/2019 10h11 - Atualizado em 10/10/2019

    As SUVs das motos

    CONFORTÁVEIS E PRÁTICAS, SCOOTERS GANHAM ESPAÇO NO MERCADO DE DUAS RODAS

    José Antonio Leme - Especial para o Folha Motors

    Visual moderno, boa dose de tecnologia e conforto são atributos que tornam os SUVs atraentes no segmento de carros. No de motos, essas virtudes estão nos scooters. Entre os diferenciais, todos têm, por exemplo, câmbio automático, algo prático principalmente nas cidades.


    A participação dos scooters nas vendas totais do setor de duas rodas passou de 4,3% em 2016 para 7% em 2018. Na comparação do ano passado com o anterior, o salto foi de 37.293 para 67.183 unidades (no atacado), um crescimento de 80%. Os dados são da Abraciclo, que reúne as principais fabricantes do segmento no País.


    No mesmo período, o mercado de motos cresceu 11,5%. As entregas foram de 858.120 em 2016 para 957.617 em 2018. “O cliente de scooters busca tecnologias e outros itens que encontra em seu carro de passeio”, diz o diretor comercial da Honda, Alexandre Cury.


    O consumidor desse tipo de modelo no Brasil é dividido em três grupos. O iniciante nunca teve moto e quer fugir do transporte público. Há o que tem ou teve moto e usa o scooter como opção ao carro. E o que andava de moto na juventude, se afastou desse universo e agora que está mais maduro, voltou por necessidade de um transporte prático ou apenas para o lazer.


    Consultor da ADK Automotive, Paulo Garbossa diz que os compradores de scooters estão de olho no bom custo-benefício e na praticidade.


    Para Cury, por mais racional que o cliente seja, ele faz questão de ter no scooter equipamentos de conforto normalmente associados a carros de passeio. É o caso de partida por botão, chave presencial, sistema start&stop (que desliga e religa o motor em paradas de semáforo, por exemplo) e plug para recarregar o smartphone. Há ainda luzes de LEDs e combinações de cores que podem dar um tom mais requintado ou esportivo ao modelo.


    O relações públicas Guilherme Giannico tirou CNH de categoria A (para modelos de duas rodas) e logo optou pelo scooter. Morador da zona leste de São Paulo, ele percorria longas distâncias para chegar ao trabalho, no ABC, e encontrou esse tipo de modelo como solução para reduzir seu tempo diário de deslocamento.


    “A ideia era só ir para o trabalho com o (Dafra) Cityclass, mas com a praticidade que ele me deu, comecei a usar em todas as minhas atividades”, diz. Giannico diz que gasta R$ 20 por semana com combustível.


    Após quatro anos rodando de scooter, ele comprou um carro, mas acabou ficando pouco tempo com o veículo, pois sempre dava preferência ao modelo de duas rodas. “Mesmo quando chovia, eu escolhia o scooter”, diz.


    Tempos depois, Gianicco trocou o Cityclass por Nmax 160. O Yamaha é mais sofisticado: tem freios ABS e comando variável de válvulas no motor.


    A publicitária Tatiana Sapateiro queria uma moto grande para viajar e usar nos fins de semana. Mas seus planos mudaram. Para evitar o trânsito do dia a dia, ela acabou optando por um scooter. E conta que o que mais a atriu no Honda SH 150i foi o visual retrô.

     

    Diversidade

    Com a alta na demanda de scooter, a oferta também cresceu. A Honda, por exemplo, que tinha um único modelo em 2013, agora tem cinco: do básico Elite ao “maxi” X-ADV.


    O modelo mais vendido do segmento é o Honda PCX 150. Mas há várias opções na faixa intermediária, com motores a partir de 300 cm3. É o caso do pioneiro Citycom 300, da Dafra, e do Honda SH 300i.

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