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    07/10/2019 08h36 - Atualizado em 07/10/2019

    Coluna de Minas: Rotativo de Araguari anuncia reajuste

    Novos valores do estacionamento rotativo estão sendo cobrados desde o dia 1º de outubro. Conforme a empresa, trata-se de uma adequação prevista no contrato de concessão com a prefeitura, pelo qual o valor cobrado por 1 hora de estacionamento na vaga rotativa passa a custar R$ 2,20 e, para 2 horas, R$ 4,40 (valores arredondados para menos para facilitar trocos e otimizar a rotina da população local). A Exp Parking é uma unidade de negócios da Exp Tecnologia, empresa que atua no desenvolvimento de soluções inteligentes para melhorar e facilitar o trabalho de pessoas e organizações em áreas como segurança, vida e entretenimento. (Gazeta do Triângulo- Araguari)

    Projeto regulamenta grafite em JF

    A Câmara Municipal aprovou projeto de lei que regulamenta o grafite em Juiz de Fora. Proposto pela vereadora Ana Rossignoli, o projeto visa a criar regras para a realização de grafite no município como arte urbana, e impõe a obrigatoriedade de apresentação de autorização prévia do proprietário do imóvel ou do órgão público competente. O objetivo é valorizar a paisagem nos ambientes urbanos e implementar políticas educacionais e culturais para coibir a prática de pichações, que são ilegais e configuram poluição visual. De acordo com o texto, é considerado grafite a expressão artística urbana composta por palavras, frases ou desenhos de cunho artístico, escritas, pintadas ou desenhadas. (Tribuna de Minas- Juiz de Fora)

    MoC abusa no comércio ilegal de animais 

    Às vésperas do Dia Mundial dos Animais – celebrado na semana que passou, uma operação realizada pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF) em Montes Claros conseguiu livrar dezenas de aves do cativeiro e do comércio ilegal, tão comum no Norte de Minas. A região é considerada uma das principais rotas de tráfico de animais silvestres no país. Trinta e cinco aves apreendidas ontem foram levadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), que o IEF mantém na cidade em parceira com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). (Jornal O Norte- Montes Claros) 

    João Monlevade tem 30 casos de sífilis
    João Monlevade possui 28 casos de sífilis adquirida e dois casos de sífilis em gestantes, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. A infecção sexualmente transmissível (IST) é considerada grave e está em epidemia no Brasil. A Secretaria Estadual de Saúde (SEE) também informa que os casos de sífilis tiveram um aumento de 34,2% em Minas Gerais. O município também tem 126 pacientes com HIV. Recentemente, a Prefeitura realizou trabalho de orientação com testagens de Sífilis em postos de saúde e com estudantes universitários de João Monlevade, nas extensões da Universidade do Estado de Minas Gerais e Universidade Federal de Ouro Preto na cidade. (A Notícia- João Monlevade)

    13ª Semana da Música reúne jovens
    A Semana da Música de Ouro Branco completa treze anos em 2019. A décima terceira edição do festival, referência no ensino e na difusão da música erudita, vai ser realizada entre os dias 5 e 12. A Semana da Música tem direção artística do violoncelista Matias de Oliveira Pinto e direção executiva de Kênia Libanio, coordenadora da Casa de Música. Para as oficinas oferecidas, foram selecionados 58 alunos de diversas cidades de Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e do Chile. Semana da Música vai ter uma programação intensa de concertos e recitais. (Portal da Cidade- Mariana)

    Campo Belo adota tarifa zero
    Enquanto nas grandes capitais a população luta por tarifa zero para estudantes e por uma redução no preço das passagens de ônibus, em Campo Belo, Minas Gerais, o transporte público passou a ser completamente gratuito desde terça-feira, 1. A situação aconteceu após a Prefeitura abrir várias licitações e nenhuma empresa se interessar por administrar o serviço na cidade por não considerá-lo “lucrativo”. Campo Belo tem uma população de pouco mais de 50 mil pessoas. O assessor jurídico do município Geovani Freire explica que existia uma empresa prestando o serviço, mas que acabou “deixando a cidade na mão” em junho de 2017, alegando que o sistema de transporte estava economicamente inviável. (Rede Sindijori) 

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