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    04/10/2019 11h28 - Atualizado em 04/10/2019

    Leitor: Donos do poder

    Tenho notado o caráter fascista e autoritário de alguns direitistas apoiadores do atual governo de Bolsonaro que usam violência verbal, física ou intimidações para calar quem critica o governo. Pessoalmente e nas redes sociais sempre fui um crítico do governo petista e nunca fui desrespeitado por nenhum esquerdista, antes discordam com elegância e inteligência, típicas de pessoas educadas e instruídas. Já os direitistas são incapazes de argumentar ou formular frases coerentes, apenas repetem que o governo está no caminho certo e que nosso dever é torcer, mas ignoram solenemente a corrupção e incompetência mundialmente reconhecidas no governo brasileiro. Alguns usam argumentos infantis, subjetivos e confundem política com esportes, impossibilitando uma resposta objetiva e embasada, visto que fingem desentender.

    Minha sugestão aos defensores desse governo é cobrar as reformas prometidas e necessárias para a manutenção básica da estrutura da nação, argumentarem usando a razão e principalmente terem autocritica para perceberem que a crise sempre foi de caráter e nunca passaremos, direita ou esquerda, de meros joguetes nas mãos dos donos do poder.

    Daniel Marques – Virginópolis/MG 

    Previdência desidratada

    Se a Câmara, sob a liderança do presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) mesmo sem o empenho do governo, conseguiu apoio expressivo de grande parte dos 513 deputados, e aprovou em dois turnos a robusta e inadiável reforma da Previdência, com estimativa de economizar em 10 anos de R$ 933,5 bilhões, já no Senado, a grande decepção. Essa economia por obra do relator Tasso Jereissati (PSDB-CE), e apoiada na CCJ, caiu para R$ 870 bilhões, como assim foi aprovado o texto básico no plenário. Porém, como o governo desprezou atender reinvindicações dos senadores, na votação dos destaques veio o golpe fatal de parte dos 81 senadores... Que conseguiram aprovar um destaque alterando o abono salarial que seria somente pago aqueles com salário até R$ 1,3 mil, mas, mantiveram o que estava em vigor, de até dois salários mínimos. O que desidrata em mais R$ 76 bilhões, a economia em 10 anos com essa reforma da Previdência. 

    Ou seja, dos robustos e indispensáveis R$ 933,5 bilhões de economia em 10 anos como aprovado na Câmara, desgraçadamente esse número ruiu para em torno dos R$ 800 bilhões. Essa é a consequência de termos um governo fraco e sem base no Congresso, e sem capacidade de diálogo.
    Oxalá, o Planalto crie juízo, e exerça sua responsabilidade de dialogar com os senadores, e reverta nos próximos dias esse prejuízo na segunda votação desta reforma...

    Paulo Panossian – São Carlos/SP 

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