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    02/10/2019 08h48 - Atualizado em 02/10/2019

    Ansiedade comum ou transtorno? Saiba qual a diferença

    Você sabe diferenciar se o que está sentindo é ansiedade ou um transtorno mais grave que exige cuidados? Conheça as diferenças

    Você costuma se sentir ansioso no dia a dia? Pois saiba que certos níveis de ansiedade são considerados normais e até nos ajudam a enfrentar alguns eventos rotineiros. Entretanto, isso pode se tornar um problema quando ela vem acompanhada de sintomas mais graves, se transformando em um transtorno de ansiedade generalizada que afeta diversos aspectos da nossa vida. Veja como diferenciar os casos:

     

    Ansiedade comum

    A ansiedade é uma emoção normal do ser humano e possui alguns tipos diferentes, que costumam estar relacionados a eventos importantes, medos ou preocupações.


    Como quando passamos por uma entrevista de emprego; ou estamos no primeiro dia de aula; ou um atleta na final de um campeonato; ou quando a pessoa tem medo de avião e vai fazer uma viagem.


    Geralmente, estas situações causam algumas sensações mais intensas, mas que são naturais e que não impactam tanto na rotina ou no bem-estar da pessoa, como: dificuldades para dormir, dificuldades de concentração e pensar muito sobre o evento antecipadamente.


    Segundo a psicóloga Camila Morais, estas sensações podem ajudar para que a pessoa se prepare de forma adequada ao evento ou se proteja. E, normalmente, não atrapalha em nada o dia a dia.

     

    Transtorno generalizado

    Já o Transtorno da ansiedade generalizada (TAG) é um distúrbio caracterizado pela “preocupação excessiva ou expectativa apreensiva”, de acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV).


    Não se sabe ao certo a origem deste problema, mas acredita-se que o transtorno esteja ligado diretamente à neurotransmissores, como serotonina, dopamina e norepinefrina.


    Outros fatores também podem favorecer o surgimento desse quadro, como genética e questões externas, incluindo a qualidade de vida e o estresse.


    Diferente da ansiedade comum, o principal sintoma do TAG é a presença quase permanente de preocupação ou tensão. E mesmo que a pessoa saiba que não há motivos ou sua preocupação é excessiva para a questão, ela não consegue controlar suas reações.


    Outros sintomas mais graves incluem: taquicardia ventricular, falta de ar, tontura, mãos e pés frios, sudorese excessiva e sensação de que algo ruim está para acontecer. Às vezes, esses efeitos também podem se manifestar no corpo. Fique atento à tensão muscular, tremores ou dor de cabeça, respiração ofegante, fraqueza e problemas no estômago, náuseas e diarreia.

     

    Quando o problema vira doença

    Diante dessa diferença de quadros, a psicóloga Camila Morais alerta que a ansiedade pode chegar a ser uma doença quando é sentida de maneira intensa, podendo causar sintomas físicos e atrapalhar o desempenho da rotina.


    Por isso, preste atenção quando isso começar a interferir no trabalho, nas relações e em outras partes da vida; ou ainda quando surgirem sintomas de outras doenças, como depressão, alcoolismo, dependência de drogas ou até pensamentos suicidas.


    Estes são alguns sinais de que a ansiedade está passando dos limites e é necessário consultar um especialista. Procurar ajuda médica é essencial para evitar futuras complicações.

     

    O que fazer em caso de crises

    Diante de uma crise de pânico, por exemplo, é necessário não lutar contra, pois são mecanismos inconscientes que estão em ação. Desta forma, as melhores técnicas de combate são: métodos de relaxamento, como meditação ou prece, usar técnicas de distração, como uma conversa suave ou música tranquila, massagens no corpo e tentar manter o controle da respiração.

     

    Como prevenir o distúrbio

    Segundo a especialista, a prevenção é ainda mais importante e está relacionada com hábitos saudáveis de vida. A psicóloga também alerta sobre a necessidade de consultar um profissional para avaliar melhor o quadro, indicar uma terapia ou medicação.

    Algumas práticas saudáveis destacadas para evitar esses quadros são: exercícios regulares, evitar uso de aparelhos eletrônicos em excesso, principalmente antes de dormir, boas horas de sono, alimentação saudável, evitar realizar muitas tarefas ao mesmo tempo e praticar yoga ou meditação. 

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