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    02/10/2019 08h35 - Atualizado em 02/10/2019

    Série flerta com jovens interessados em política

    "The politician" mostra a trajetória de um mauricinho da Califórnia que disputa o grêmio da escola de olho na presidência dos EUA. Ben Platt protagoniza a comédia adolescente

    Não é novidade que traições, reviravoltas e o jogo de interesses da política rendem múltiplas possibilidades de tramas novelescas. Em The politician, série original da Netflix, esses aspectos servem de mote para uma comédia adolescente irônica e debochada sobre aspectos reais das disputas pelo poder, mas que não deixa de abordar temas delicados e até polêmicos. O responsável por tudo isso é Ryan Murphy, criador de Glee, Nip/Tuck, American horror story e outros sucessos premiados pelo Emmy.


    A história é centrada em Playton Hobart (Ben Platt), secundarista cujo objetivo de vida é nada menos que presidir os Estados Unidos. Ele se prepara minuciosamente para tal, tentando repetir a trajetória de quem já ocupou o cargo. O primeiro passo é se tornar presidente do grêmio da escola. A disputa estudantil reproduz, comicamente, vários aspectos das campanhas reais, com boas doses de exagero dramático que preenchem a primeira temporada.


    Playton é filho adotivo de milionários. Brilhante nos estudos, dedicado ao aprendizado de mandarim, seguro de sua inteligência e protegido pela mãe, Georgina (Gwyneth Paltrow), ele enfrenta problemas com os dois irmãos, esportistas e filhos biológicos do casal. Boa parte do núcleo principal são jovens abastados de Santa Bárbara, na Califórnia. É o caso de River Barkley (David Corenswet), com quem o protagonista mantém controversa amizade, estremecida depois de os dois se tornarem oponentes na disputa pelo grêmio estudantil.


    Como o adversário é mais popular, Playton reúne esforços para reverter a desvantagem, contando com a equipe de assessores formada por James (Theo Germaine), McAfee (Laura Dreyfuss) e a namorada, Alice (Julia Schlaepfer), que sonha em ser primeira-dama dos EUA. “Presidentes eleitos sempre se casam com a namorada de escola”, diz o jovem aspirante à Casa Branca. Outros clichês são incluídos no roteiro para debochar, de alguma forma, da política norte-americana.


    A trama traz acontecimentos escandalosos, improváveis e surpreendentes, mas não tão absurdos no ambiente escolar. Todos eles influenciam a disputa pelo grêmio. Além disso, os personagens apresentam dramas pessoais e excentricidades que complementam o cenário.


    A série também aborda questões relativas à representatividade, entre elas a escolha da vice Infinity Jackson (Zooey Dutch), supostamente paciente de câncer, para conquistar a simpatia do eleitorado. Estudantes LGBT e imigrantes entram nesse jogo.


    Em entrevista divulgada pela Netflix, o ator Ben Platt define o seriado como o encontro dos jovens com a política atual, resultado de uma sociedade que tem ouvido mais as novas gerações, que, por sua vez, querem ser compreendidas com base em suas complexidades.


    De acordo com Platt, Ryan Murphy criou “uma utopia subliminar em que fluidez sexual, fluidez de gênero, controle de armas, saúde das mulheres e todas essas questões são uma realidade assumida. Mas elas não são exatamente o coração da história, que tem mensagem positiva.”


    THE POLITICIAN.
    Primeira temporada.
    Oito episódios. Na Netflix

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