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    20/09/2019 09h42 - Atualizado em 20/09/2019

    Atmosfera dos anos 20 lança "Éramos Seis"

    Valores e laços familiares conduzem À próxima trama das seis, uma história atemporal sobre amor e solidariedade, cujo lançamento oficial foi realizado nesta semana no Rio de Janeiro

    Um chá da tarde numa casa construída em 1920, ao som de uma trilha sonora contemporânea em ritmo de swing. Foi nessa atmosfera do início do século passado que aconteceu o evento de lançamento de ‘Éramos Seis’, próxima novela das seis, na tarde de segunda-feira, na Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa, no Rio de janeiro. O som ficou a cargo da banda Clusters Sisters, que, em uma apresentação ao vivo, cantou sucessos atuais como “Bad Romance”, “Mercy” e “Bang”, com arranjos adaptados ao estilo musical do período retratado na novela.


    O espaço, que mantém intacta a arquitetura no estilo neoclássico francês comum às casas mais sofisticadas da época, recebeu elenco, equipe e imprensa. A escolha da banda e do local não foi aleatória, pois a novela começa sua trama na década de 1920, passa a maior parte de sua história na década de 1930 e finaliza nos anos 1940. Cluster Sister, além de estar na trilha da novela, será uma das atrações do cabaré frequentado por Júlio (Antonio Calloni) e Almeida (Ricardo Pereira).


    Para o diretor artístico, Carlos Araújo, o evento trouxe os componentes principais que envolvem a história de Lola (Gloria Pires) e sua família. “Essa novela é muito emotiva, é afeto, e, com ela, a gente quer mostrar a beleza da vida, do que é viver, acordar, dizer bom dia e ‘Éramos Seis’ é isso. Tivemos aqui um pedacinho do que vem por aí”, comentou o diretor.


    Após a exibição do clipe, que trouxe cenas emocionantes da história, a autora Angela Chaves comentou sobre a expectativa para a estreia. “Na hora que eu assisti, meus olhos ficaram marejados. Ficou muito bonito. Quando a gente vê o resultado do trabalho é sempre emocionante”, contou ela.


    ‘Éramos Seis’ apresenta a história de uma grande família cuja matriarca luta para que se mantenha unida frente às dificuldades sociais e econômicas do início do século XX. Lola (Gloria Pires) e Júlio (Antonio Calloni) têm grandes desafios pela frente e somente com laços fortalecidos pelo afeto, que têm um pelo outro e pelos filhos, se sentirão fortes o suficiente para seguir em frente.

     

    Dentro desse contexto, Lola é uma personagem importante para manter a família em harmonia. “Ela é um símbolo. Mas a natureza feminina é assim. Quando ela se propõe a formar uma família, ela que é a que mantém, a que sustenta e a que empurra para frente”, definiu a atriz.

     

    Antonio Calloni é Júlio, um homem apaixonado pela esposa e por sua família, mas que não consegue expressar seus sentimentos, principalmente com os filhos homens. As diferenças nos hábitos e costumes nos relacionamentos da década de 1920 para agora é algo que se destaca quando falamos de Júlio. “É um conflito interno que ele tem entre o ser provedor e o ser afetivo. Esse é o conflito eterno do Júlio e é tão grande, que ele chega a adoecer por causa disso”, explica.


    Ao falar de sua personagem, a amargurada tia Emília, Susana Vieira brinca sobre o quão são diferentes e o quanto precisa se conter para interpretá-la. “Eu entro no capítulo oito, quando a situação econômica da Lola (Gloria) fica zerada, daí que ela vai procurar a tia rica, esnobe. Mas ela não é uma pessoa agitada como eu. Ela não ri. Ela é fechada, eu vou ficar até feia, eu acho”, comentou, rindo, a atriz.


    Ao longo de três décadas, os produtores acompanharam a história dessa família, que vive momentos de superação nos quais os laços fortalecidos pelo afeto, amizade e esperança são imprescindíveis para que ela se mantenha unida. “A novela conta a trajetória de Lola para manter a união e a harmonia familiar, mesmo tendo muitas dificuldades o tempo todo.

     

    É sobre a força dessa mulher e de sua família, que vive com poucos recursos, mas cercada de afeto”, diz Angela Chaves, autora do remake. Carlos Araújo, diretor artístico, destaca o que o público deve esperar desta versão. “Além de uma dramaturgia mais contemporânea, temos personagens mais complexos, nos quais nos aprofundamos. Lola, embora ainda seja uma personagem de 1920, vem um pouco à frente de seu tempo, tem pensamentos mais atuais”.

     

    Com estreia no dia 30 de setembro, ‘Éramos Seis’ é escrita por Angela Chaves, baseada na novela original escrita por Silvio de Abreu e Rubens Ewald Filho, livremente inspirada no livro de Maria José Dupré. A direção artística é de Carlos Araújo.

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