• Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

       
    ÁREA DO
    ASSINANTE
    ESQUECEU SUA SENHA?
    Você receberá em seu e-mai uma nova senha para login.
    

    Assine 35 3529-2750

    Fale Conosco contato@clicfolha.com.br

    WhatsApp 35 9 9956-5000

    
    19/09/2019 09h59 - Atualizado em 19/09/2019

    História de Suzane von Richthofen vira filmes

    História será contada sob dois ângulos: os longas deverão ser lançados simultaneamente nos cinemas, em sessões alternadas e duplas. A previsão de lançamento é para o primeiro semestre de 2020

    Maiara Barboza - Especial para a Folha

    A história do caso Suzane Von Richthofen, que chocou a população no ano de 2002, será contada em dois filmes, que deverão ser exibidos em sessões alternadas. O formato inédito proposto pelos produtores do filme visa trazer até o público o ponto de vista dos dois personagens centrais da história: Suzanne Von Richthofen e Daniel Cravinhos.


    “É um caso único no cinema mundial essa produção exatamente da mesma história, porém com olhares diferentes. É uma oportunidade para o público analisar e chegar à sua própria conclusão sobre os fatos”, diz Gabriel Gurman, CEO da Galeria Distribuidora, em texto distribuído para a imprensa. A ideia dos produtores é conseguir apresentar ao público os bastidores anteriores ao crime, se valendo das declarações presentes nos autos do processo.


    Relembrando o caso, Suzane e os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos foram indiciados pelo homicídio de Manfred e Marísia von Richthofen em outubro de 2002. Suzanne e Daniel foram sentenciados a 39 anos e seis meses de prisão, enquanto Cristian recebeu sentença de 38 anos e seis meses. Atualmente, eles cumprem pena no presídio de Tremembé, em São Paulo.


    O interesse da população pelo caso foi tão grande que a rede TV Justiça cogitou transmitir o julgamento ao vivo. Emissoras de TV, rádios e fotógrafos chegaram até a ser autorizadas a captar e divulgar sons e imagens dos momentos iniciais e finais, mas o parecer definitivo negou a autorização. Cinco mil pessoas inscreveram-se para ocupar um dos oitenta lugares disponíveis na plateia, o que congestionou durante um dia inteiro a página do Tribunal de Justiça na internet.


    “Temos discutido muito internamente o que é verdade. O que ela fala e o que ele fala. Se eles estão falando coisas diferentes, qual é a verdade?”, detalha Maurício Eça, diretor de ambos os filmes. Dessa forma, dois longas distintos sobre a história devem chegar ao público: A Menina que Matou os Pais, com o ponto de vista de Suzane, e O Menino que Matou Meus Pais, com o ponto de vista de Daniel. A atriz Carla Diaz interpreta Suzane.


    Para conseguir escrever a história, tanto Maurício Eça quanto Marcelo Braga, produtor do filme, convidaram Ilana Casoy, conhecida criminóloga e consultora de obras audiovisuais ligadas a esse tipo de temática, e Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial e de suspense. Ambos atuaram como “parceiros constantes da produção”.


    Outro ponto destacado pelos produtores do filme é o fato de que todo o orçamento dos dois projetos advém de verba investida pelos próprios produtores: a Santa Rita Filmes (produtora), a Galeria Distribuidora (coprodutora e distribuidora) e o Grupo Telefilm (coprodutor).


    Ambos os longas deverão ser lançados simultaneamente nos cinemas, em sessões alternadas e duplas. A previsão de lançamento é para o primeiro semestre de 2020. 

    Mais sobre a editoria

    Guia da Cidade
    INCLUA SEU ESTABELECIMENTO

    Assine (35) 3529-2750

    Fale Conosco contato@folhadamanha.com.br

    WhatsApp (35) 9 8829-8351

    © 1984 - 2019 Folha da Manhã. Todos os direitos reservados.
    Desenvolvido por Mediaplus