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    11/09/2019 11h24 - Atualizado em 11/09/2019

    Leitor: Desperdício nas estatais

    Boa parte dos recursos dos contribuintes que é perdido pelo ralo neste País, ocorre, infelizmente, nas 258 estatais existentes nos Estados, sendo 91, ou 25% destas na região nordeste. Empresas estas, que, infelizmente, tem servido mais para aconchegar com altos salários milhares de apaniguados dos políticos, e sem qualificação profissional para os cargos, o que tem facilitado até atos de corrupção. Esse estudo foi feito pelo Tesouro Nacional, e assegura que raramente essas estatais prestam bons serviços a população. E, deficitárias, em 2018, os governos tiveram que injetar nestas empresas publicas um absurdo de R$ 16,1 bilhões, sendo R$ 11,4 de reforço de capital e R$ 4,7 bi de subvenções. E, receberam de dividendos míseros R$ 2,2 bilhões. Ora, é por isso que esse País, não dá certo! Já que, se esses recursos fossem utilizados para melhorar a saúde dos brasileiros, teriam sidos investidos prioritariamente em saneamento básico! Já que, vergonhosamente, ainda 50 milhões de pessoas vivem cercados de esgoto a céu aberto, sem água potável, etc. E, esse desperdício de recursos apontado acima, pode ser ainda maior, porque raros são os Estados, como o de São Paulo, que divulgam regularmente os balanços destas estatais...


    Paulo Panossian – São Carlos/SP E-mail: paulopanossian@hotmail.com

    Reforma urgente

    Existem cerca de 11,6 milhões de servidores no Brasil, e nos últimos 20 anos ocorreu um aumento de 83% nos gastos com essa turma. Temos, hoje, 6,5 milhões de servidores municipais, 3,7 milhões de estaduais e 1,3 federais, cujos salários são em média de 10 a 12 vezes mais que os dos trabalhadores da iniciativa privada. Sem contar que eles têm estabilidade, aposentadoria integral, benefícios, excesso de licenças e, para os corruptos, a liberdade. Considerando o péssimo retorno que a sociedade civil recebe, isso é uma grande injustiça. Temos 12 milhões de desempregados e outros milhões de trabalhadores que pagam impostos que ajudam a sustentar esta turma. Vejam os salários do Judiciário e dos professores das universidades federais, por exemplo. Um escândalo. Sem contar outros milhões de inativos, outro fardo social. Há, ainda, estatais inúteis e perdulárias e órgãos inúteis como as Assembleias Legislativas, os Tribunais de Contas dos Estados e de alguns Municípios. Uma reforma administrativa é do que precisamos com urgência, para corrigir essas injustiças e termos dinheiro para coisas essenciais e urgentes para o Brasil.

    André Luis Coutinho – Campinas/SP 

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