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    09/09/2019 11h46 - Atualizado em 09/09/2019

    As soluções por toda uma cidade

    A iniciativa prevê a implantação de soluções inteligentes para iluminação, segurança e rastreamento de veículos, dentro do contexto de internet das coisas

    O Vale da Eletrônica, em Santa Rita do Sapucaí, também está sendo usado como experimento para um projeto-piloto que vai conectar a cidade. A iniciativa prevê a implantação de soluções inteligentes para iluminação, segurança e rastreamento de veículos, dentro do contexto de internet das coisas. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai financiar o Inatel para a execução, que será conduzida em parceria com a prefeitura da cidade, com as empresas Ericsson e TIM, e com as startups Pixel, Das Coisas, Fractum e Laager Inovações.

    Por meio dos postes da cidade serão desenvolvidas soluções inteligentes para a área de segurança pública, iluminação e, além disso, as startups ainda poderão testar soluções a serem implementadas. Segundo Fred Trindade, especialista em negócios do Inatel, uma das soluções, por exemplo, é aumentar a intensidade da iluminação pública em locais em que se identifique a possibilidade de um furto ou roubo. “Com o aumento da luminosidade, a pessoa pode pensar que está sendo observada e acabar indo embora”, acredita.

    O polo eletrônico de Santa Rita do Sapucaí – comparado ao Vale do Silício, na Califórnia (EUA), por ter surgido na mesma época e por abrigar pulsante produção de inovações – tem expressão mundial e está por trás de inovações, como o desenvolvimento do padrão brasileiro de TV Digital, toda a elaboração e confecção das urnas eletrônicas e, agora, atua fortemente no desenvolvimento da tecnologia 5G.

    Atualmente, no Vale da Eletrônica, o Arranjo Produtivo Local (APL) – aglomeração de empresas localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros atores locais –, há 153 indústrias de tecnologia que geram 14.700 empregos e com confecção de cerca de 14.500 produtos. O faturamento em 2018 foi de R$ 3,2 bilhões.

    Segundo o Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), para os próximos 18 meses, a expectativa é que, só em novos negócios as indústrias faturem cerca de R$ 1 bilhão. Outros dados do Sindvel mostram que o investimento em pesquisa feito pelas indústrias, mesmo durante a crise, alcançou o montante de R$ 300 milhões por ano, em média.

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