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    09/09/2019 10h14 - Atualizado em 09/09/2019

    Leitor: Festa Escolar

    Então que alegria é esta?

    O que foi que se passou? Com certeza você, a sorte grande tirou. Sorte grande? É coisa de mais vaia...

    Se fosse a sorte grande em três tempos acabaria. É coisa que não se acaba? Podes então me contar que também desta alegria quero eu compartilhar.

    Há!! Posso sim, nem mesmo devo esconder. Estou muito contente porque sei ler e escrever.
    Mas, diga-me, onde foste aprender?

    Aprendi e já te conto, neste instante e sem demora, foi nesta casa bendita, que se chama escola.
    A escola, é bendita, tem você muita razão, é nela que se recebe a luz do espirito, a instrução.

    Além de Matemática, Geografia, História, Português e ser um bom cidadão.

    Acordei cedinho e logo quis me aprontar, pois não queria chegar tarde a esta festa escolar.

    Mas, sobre a data de hoje nada lhes posso dizer. Em história sou atrasado, é verdade, podes crer.
    Por isso estou resolvido, já daqui me retirar antes que alguém possa sobre esta data, me perguntar.
    Retirar é o que dizes? Ó isto é que não, quero que antes ouça a minha explicação!

    Nossa pátria antigamente a Portugal pertencia e o povo brasileiro a liberdade queria desde o sul até o norte.

    Em 7 de setembro de 1.822, em São Paulo bendito, ouviram um brado forte: D. Pedro I, as margens do rio Ipiranga proclamou: Independência ou Morte.

    Umberto Umbelino de Carvalho – Passos/MG

    Corte de verbas

    Devido às lastimáveis contas públicas herdadas dos governos anteriores, o presidente Bolsonaro não tem outra alternativa que não promover contingenciamentos e cortes para não incidir em responsabilidade fiscal. Essas ações afetam as áreas de educação, pesquisa, infraestrutura e desenvolvimento. Muito justa a gritaria dos setores atingidos, mas, a meu ver, no palco errado, visto que deveriam fazer pressões e manifestações diante do Congresso Nacional, que tem o desplante de, ante a situação geral de penúria das contas públicas, propor aumento do fundo eleitoral para incríveis R$ 3,7 bilhões.

    Claudio Juchem - São Paulo/SP

    Mamata
    Por que o presidente Bolsonaro não envia ao Congresso um projeto de lei ou emenda constitucional acabando com essas aberrações que são o fundo partidário e o fundo eleitoral? Por que o governo que “veio para mudar” não mostra empenho pelo fim dessa farra com dinheiro público, assim como tem feito na questão da Previdência, por exemplo? Seria por que seu partido, o PSL, receberá a “bagatela” de R$ 250 milhões para torrar na campanha municipal do ano que vem? A mamata já não deveria ter acabado?

    Thiago Vinicius – Itatiba/SP

    Moro

    Se arrependimento matasse, Moro já estaria apto a ser exumado.

    Aloisio Arruda – Limeira/SP

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