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    29/08/2019 11h32 - Atualizado em 29/08/2019

    Leitor: O inferno e as pessoas

    O inferno do outro existe. Basta olhar para o lado, para nossos vizinhos, nossos amigos e conhecidos. Escutar o lamento do outro. É pontual. E, muitas vezes, não estamos nem aí para o tipo de inferno que o outro vive. É, ou não é? Nossa individualidade, nossa pequenez e nosso egoísmo não permitem. É só o “venha a nós”. Desde criança, ouço o ditado popular: pimenta no olho dos outros, é refresco. Pimenta só arde no nosso olho? Não! “Onde há humanos, há diferenças a caracterizar indivíduos e grupos e as maneiras de tratar as pessoas”.

    Hoje, não mais interessa o outro – melhor –e o queremos nos preocupar com ninguém, a não ser conosco mesmos. O inferno são os outros então... Aprendi que o tempo cura, que a mágoa passa, que decepção não mata e que o hoje é reflexo do ontem. Que os verdadeiros amigos permanecem. Os falsos, graças a Deus, vão embora. 

    Compreendi que a palavra tem força, que o olhar não mente e que viver é aprender com os erros. Aprendi mais: que tudo depende da vontade, que o melhor é sermos nós mesmos e, assim, o segredo da vida é o tal do bem viver. E o inferno dos outros? Bem, o inferno de todos nós está no não aprender a viver como um eterno aprendiz. Aprendemos muito. E sabem com quem? Com o outro. Ou com Mateus 5:5 “Felizes os de temperamento brando, porque herdarão a terra”.


    Fernando de Miranda Jorge - Jacuí/MG 

    Interesses espúrios
    Nossos artistas, intelectuais, clérigos e jornalistas indutores de opinião deveriam se preocupar mais com a nossa soberania sobre a Amazônia do que sobre os interesses espúrios da França sugerindo desapropriá-la como o pulmão do planeta. Trump já deu a dica propondo a compra da Groenlândia. 

    E a grosseria de Jair Bolsonaro com a primeira-dama francesa tem de ser essencialmente entendida como manifestação viril, de rua, contra a arrogância, jactância e prepotência das ditas colônias sobre suas ex-colônias. Homens, mulheres e crianças, sem luta não entregaremos nada.

    Sergio Torres - São Paulo/SP

    Jogo de empurra
    Estamos tão distraídos do Brasil que nem parece que somos brasileiros. Vivemos intensamente a ilusão de que o País seja responsabilidade de alguém que não conhecemos. Esperamos uns pelos outros, mesmo com a panela fervendo e o caldo entornando. Enquanto isso, o nosso futuro está bem guardado, quase escondido, talvez tenha fugido de nós.

    Ricardo C. Siqueira – Niterói/RJ 

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