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    27/08/2019 11h12 - Atualizado em 27/08/2019

    Dia a Dia: Já fiz tanta coisa...

    Décio Martins Cançado - Especial para a Folha

    Quantos de nós já não paramos alguma vez, em algum momento especial da vida, em um lugar diferente, durante uma viagem, e não nos questionamos a respeito de nossa vida, de nossos relacionamentos, emoções e devaneios.... Pensando, talvez, que alguma coisa poderia ter sido diferente, ou tudo poderia ser como sempre foi... Porque não!!

     

    Num tempo em que as informações agilizam-se e se multiplicam, os relacionamentos tornam-se, cada vez mais, superficiais e passageiros, vale uma pequena reflexão a respeito do que já fizemos, se faríamos diferente, ou se vale a pena assumirmos os riscos de determinadas decisões.
    “Já escondi um amor com medo de perdê-lo... Já perdi um amor por escondê-lo.

     

    Já segurei nas mãos de alguém, por medo... Já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas próprias mãos. 

     

    Já expulsei pessoas, que amava, de minha vida... Já me arrependi por ter feito isso. 
    Já passei noites chorando até pegar no sono... E fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos. Já acreditei em amores perfeitos, mas acabei descobrindo que eles não existem. Já amei pessoas que me decepcionaram... E decepcionei pessoas que me amaram.

     

    Já passei horas na frente do espelho, tentando descobrir quem sou... Já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
    Já menti, e me arrependi depois... Já falei a verdade, e também me arrependi.

     

    Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieto em meu canto pela ausência delas.
    Já sorri, chorando lágrimas de tristeza... Já chorei de tanto rir.

     

    Já acreditei em pessoas que não valiam a pena... E deixei de acreditar nas que realmente valiam.
    Já tive crises de riso quando não podia. Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
    Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse. Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.

     

    Muitas vezes, deixei de falar o que penso para agradar uns; outras vezes, falei o que não devia, ou pensava, para magoar outros.
    Já fingi ser o que não sou, para agradar uns; já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
    Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo sorrir.

     


    Já inventei histórias com final feliz, para dar esperança a quem precisava. Já sonhei demais, ao ponto de confundir o sonho com a realidade... Já tive medo do escuro... Hoje, no escuro, “acho-me, agacho-me, fico ali...”
    Já caí inúmeras vezes, achando que não iria me reerguer... Já me reergui inúmeras vezes, achando que não cairia mais.

     

    Já liguei para quem não queria, apenas para não ligar para quem realmente queria.
    Já corri atrás de um carro, por ele levar embora quem eu amava.
    Já chamei pela mamãe no meio da noite, fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.

     

    Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram... Algumas pessoas, nunca precisei chamar de nada, e sempre foram e serão especiais para mim.
    Não me deem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração! Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual a alguém porque, sinceramente, sou diferente!

     

    Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. Sou sempre eu mesmo, mas, com certeza, não serei o mesmo para sempre! 
    Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das sensações mais marcantes, das ideias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.

     

    Tenho um apetite voraz pela vida e pelo que é novo... Tenho os delírios mais loucos. 
    Você pode até me empurrar de um penhasco, que eu vou dizer: 
    - E daí? Eu adoro voar!”  

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