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    23/08/2019 10h15 - Atualizado em 23/08/2019

    Desmatamento pode afetar valor da conta de luz

    A aparência do céu no Estado de São Paulo chamou atenção e foi notícia em todo o Brasil na última segunda-feira, 19.

    Aquilo que parecia um aviso de tempestade, na verdade, era um sintoma do desmatamento acelerado no centro-oeste e no norte do país. Conforme Pedro Côrtes, professor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE-USP), o reflexo vai bem além da escuridão no céu paulista e pode, até mesmo, pesar no bolso de todos os brasileiros que consomem energia elétrica.

    Segundo o docente, os incêndios na Amazônia diminuem o número de chuvas produzidas no Brasil e, consequentemente, afeta o volume de água nos reservatórios das hidrelétricas. “Quem sente no bolso é a população, que vê o preço da conta de energia subir”, disse Côrtes.

    Neste mês de agosto, no sudoeste de Minas, a Usina Hidrelétrica de Furnas está com um percentual de produção de energia 20,91% menor que em comparação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o relatório do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a geração de energia passou de 373 Mwmed para 295 Mwmed.

    No entanto, apesar da menor taxa de produção energética, o volume de água nos reservatórios está maior. Os dados hidrológicos mostraram que o volume útil dos tanques passou de 22,96% para 44,95% em 12 meses.

    Como de costume, para o oitavo mês do ano, os consumidores atendidos pelas concessionárias de todo o país já estão pagando uma tarifa mais cara. 

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