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    22/08/2019 10h03 - Atualizado em 22/08/2019

    Perdas comprometem pagamento de dívidas

    cafeicultores tiveram perdas neste ano devido a condições climáticas e aos preços do produto

    Senadores e deputados representantes das bancadas de Minas Gerais e do Espírito Santo estiveram na terça-feira, 20, com a ministra Tereza Cristina para debater a difícil situação atual dos cafeicultores brasileiros. A principal preocupação apresentada pelos parlamentares foi em relação à prorrogação das dívidas dos produtores, que tiveram perdas neste ano por causa de condições climáticas e do preço do café.


    Tereza Cristina disse que irá ajudar nas conversas com instituições financeiras para que haja uma renegociação. “A prorrogação deverá ajudar aqueles cafeicultores que tiveram problema na colheita e precisam prorrogar para ter um fôlego e voltar a produzir e, se Deus quiser, no ano que vem ou no próximo ter café em estoque para poder cumprir com seus compromissos financeiros”, disse a ministra.


    Os parlamentares decidiram apresentar um projeto de lei em regime de urgência no Congresso Nacional para abrir a possibilidade de adoção do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) invertido, que poderá garantir um preço de referência para o café. A líder do governo no Congresso, deputada Joyce Hasselmann (PSL-SP), prometeu levar o assunto à presidência da Câmara dos Deputados.


    “Ele [o Pepro] precisa estar pronto para ser acionado na hora necessária. Fazendo esse PL em regime de urgência, fica pronto e de repente pode ser usado ainda neste ano”, disse a ministra, ao fim da reunião.


    Uma das propostas apresentadas pelo deputado Emidinho Madeira no encontro é que o prazo do Funcafé aumente para cinco anos, com um ano de carência mantendo as condições contratuais. A ministra garantiu que ainda nesta semana irá convidar os bancos para discutir a questão do endividamento do setor cafeeiro de forma que estes orientem suas agências regionais e locais sobre a prorrogação das dividas dos cafeicultores de acordo com as regras do manual de crédito rural do Banco Central.

     

    Do encontro participaram a CNA - Confederação Nacional da Agricultura, representada na ocasião pelo presidente da Comissão do Café, Breno Mesquita, osos três senadores por Minas Gerais, Rodrigo Pacheco, Antônio Anastasia e Carlos Viana, da líder do governo na Câmara Federal, Joice Hasselmann, além de vários deputados federais.

     

    Degustação

    Ainda na terça-feira, em Brasília, a Frente Parlamentar do Cooperativismo, com apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e do Conselho Nacional do Café, realizou uma degustação de cafés, no espaço Mario Covas, no Congresso Nacional.


    No evento, foram degustados grãos produzidos nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Rondônia. Além de promover o café brasileiro e a força do cooperativismo na cafeicultura, o encontro também pretendia chamar a atenção dos parlamentares para as necessidades do setor.


    “As cooperativas conseguem transformar vidas, garantindo renda sustentável aos produtores, de forma harmônica. E o cooperativismo na cafeicultura é exemplo a ser seguido em outras culturas”, afirma o presidente da frente parlamentar, deputado Evair de Melo (PP-ES).


    Por muito tempo, o café foi uma das principais cadeias do setor produtivo. Com o tempo, em função da falta de uma política de desenvolvimento, a sustentabilidade da cafeicultura nacional sofreu muito. Esse evento pretende mostrar o quanto essa cadeia é carente de leis que estimulem sua reestruturação”, afirma o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas. 

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