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    17/08/2019 10h17 - Atualizado em 17/08/2019

    Mamoplastia na adolescência cresce 35% no Brasil

    O crescimento percentual de cirurgias plásticas em mamas em adolescentes menores de 17 anos no Brasil é considerável. De acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), as jovens brasileiras estão no topo do ranking mundial de operações de colocação de próteses mamárias. Se a média mundial corresponde a 13,4%, o percentual, no Brasil, já ultrapassa os 35%.

    Sobre esse assunto, o cirurgião plástico Marco Cassol, faz algumas considerações importantes a respeito da mamoplastia na fase teen, que deve ser observado pelos pais e pelas jovens.

    De acordo com Cassol, o tamanho das próteses mamárias poderá ser alterado posteriormente, mas o corpo jamais voltará a ser o mesmo, por isso é salutar pensar muito bem antes do procedimento.

    “Em todas as cirurgias há riscos. Em função disso, é importante que os profissionais e as clínicas tenham a chancela e sigam as recomendações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica”, comenta o especialista.

    Na opinião do médico, a paciente que deseja se submeter a uma intervenção nas mamas deve esclarecer todas as dúvidas com o seu médico, não deve ficar nenhuma dúvida no que se refere as expectativas.

    Além disso, as pacientes devem seguir todas as recomendações médicas do período pós-operatório.

    O cirurgião plástico faz ainda um alerta: “As meninas que desejam aumentar ou diminuir a mama precisam esperar quatro anos depois da primeira menstruação, chamada de menarca.

    É possível que o resultado da intervenção não agrade instantaneamente, por esta razão é recomendável esperar o tempo de recuperação. “As cirurgias plásticas costumam ficar melhores com o tempo, uma vez que o inchaço e os arroxeados tendem a diminuir a cada dia”, explica o médico.

    Marco Cassol, cirurgião plástico especialista em Cirurgia Geral e em Cirurgia Plástica. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) com mais de 15 anos de experiência.

    É formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRG) e conta com especializações em cirurgia para a redução de mamas, criolipólise, microlipoaspiração, cirurgia íntima, entre outras.

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